Dormir bem não é um luxo, é uma necessidade fisiológica básica para quem quer render no trabalho e ter qualidade de vida. Enquanto você descansa, seu cérebro ativa o chamado sistema glinfático, uma espécie de faxina interna que remove toxinas e ajuda a prevenir doenças graves, como o Alzheimer. No entanto, muitas pessoas sabotam esse processo crucial ao escolher o colchão errado, focando apenas no preço.
E essa escolha reflete diretamente na qualidade do sono. Acordar com dores nas costas ou ainda cansada pode drenar a energia que você deveria usar para focar em suas tarefas cotidianas. “Cada pessoa tem necessidades específicas. Fatores como peso, altura e hábitos de sono influenciam diretamente na decisão”, explica Jarbas Carneiro de Freitas, diretor da Carneiro Colchões Artesanais.
Por uma noite reparadora
Sinais de que está na hora de investir em um novo colchão:
- Dores ao acordar: Você levanta com tensão no pescoço ou na região lombar que melhora ao longo do dia?
- Sono interrompido: Você vira de um lado para o outro tentando encontrar uma posição confortável que nunca chega?
- Cansaço crônico: Mesmo dormindo 8 horas, você chega ao trabalho sentindo que não descansou nada?
- Idade do produto: Seu colchão já passou de 7 ou 10 anos de uso? Hora de trocar!
O que realmente importa na hora de escolher o colchão?
Maciez
Existem muitas crenças populares que acabam levando a compras erradas. Uma das mais comuns é a de que colchão duro é sempre melhor para a coluna. Na verdade, isso é um mito. Um colchão rígido demais cria pontos de pressão que impedem o relaxamento muscular, enquanto um muito macio não dá o suporte necessário. O segredo, segundo o especialista, é o equilíbrio: o produto deve se adaptar ao seu biotipo para manter a coluna alinhada a noite toda.
Peso
Outro ponto fundamental é o suporte adequado para o peso corporal. Pessoas mais pesadas precisam de estruturas internas mais resistentes para garantir que o material não deforme com o tempo, mantendo a estabilidade.
Durabilidade
Não espere o colchão “rasgar” ou ficar com um buraco visível para trocá-lo. Com o tempo, as espumas e molas perdem a capacidade de suporte, mesmo que a aparência externa pareça intacta.

Escolha certo!
Para garantir que seu investimento traga o retorno esperado em saúde e produtividade, é preciso olhar para dentro do produto. Por mais que os modelos pareçam iguais por fora, a tecnologia das molas e a densidade da espuma variam drasticamente.
Teste na prática
Não tenha vergonha de deitar no colchão na loja. Fique na posição em que você costuma dormir por alguns minutos para sentir como seu corpo reage.
Considere seu biotipo:
Altura e peso são as métricas principais para definir a densidade ideal da espuma ou o tipo de molejo.
Avalie a estrutura interna:
Materiais premium e processos artesanais costumam oferecer maior durabilidade e conforto personalizado, evitando que você precise trocar de colchão precocemente.
A matéria acima foi produzida para a revista AnaMaria Digital (edição 1514, de 27 de março de 2026). Se interessou? Baixe agora mesmo seu exemplar da Revista AnaMaria nas bancas digitais: Bancah, Bebanca, Bookplay, Claro Banca, Clube de Revistas, GoRead, Hube, Oi Revistas, Revistarias, Ubook, UOL Leia+, além da Loja Kindle, da Amazon. Estamos também em bancas internacionais, como Magzter e PressReader.
