quinta-feira,4 junho , 2026
Revista Ana Maria
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas
Revista Ana Maria
Sem resultado
Veja todos os resultados

Microfeminismo: pequenos atos de protesto no dia a dia

Mônica Martelli pergunta às seguidoras como praticam o microfeminismo no cotidiano e inspira pequenas atitudes que promovem igualdade

Jéssica Batista Por Jéssica Batista
01/10/2025
Em Comportamento
microfeminismo

Mônica Martelli pergunta às seguidoras como praticam o microfeminismo no cotidiano e inspira pequenas atitudes que promovem igualdade - Crédito: @monicamartelli

Share on FacebookShare on TwitterEnviarEnviar

Você já ouviu falar em microfeminismo? O movimento tem ganhado força nas redes sociais como uma maneira de mulheres enfrentarem o machismo em pequenas atitudes cotidianas. Essas ações sutis ajudam a lembrar que cada gesto conta e contribui para a valorização feminina.

“Como vocês praticam o microfeminismo no dia a dia?”, questionou a atriz e autora Mônica Martelli em um vídeo publicado em seu perfil do Instagram, na última terça-feira (30). Ela mesma contou algumas ações simples: ao enviar e-mails, sempre coloca o nome das mulheres na frente; e uma amiga, ao atender questões escolares, evita ligar primeiro para a mãe, valorizando a participação masculina nos cuidados com os filhos.

PROPAGANDA

Mesmo em 2025, muitas mulheres ainda enfrentam pouca representatividade em cargos de liderança e recebem salários menores em comparação aos homens. No entanto, essas pequenas práticas são capazes de transformar o ambiente e fortalecer a igualdade de gênero, sem precisar de grandes movimentos.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Mônica Martelli (@monicamartelli)

PROPAGANDA

Exemplos de microfeminismo nas redes sociais

Nos comentários do vídeo publicado por Mônica, muitas mulheres compartilharam suas experiências. “Numa reunião da escola da minha filha, sugeri que os pais também estivessem no grupo de recados e avisos. São pequenos movimentos que aliviam a sobrecarga feminina e inserem os homens nas responsabilidades que também são deles”, comentou uma seguidora. “Nunca salvo uma mulher nos meus contatos como: ‘mulher do Fulano’. Ninguém merece ser classificada desta forma”, escreveu outra.

Além disso, outras atitudes incluem votar em mulheres, dar preferência para profissionais mulheres e elogiar valores, e não apenas a aparência, de meninas e jovens.

PROPAGANDA

Atitudes simples que fazem diferença

No ambiente profissional, pequenas ações de microfeminismo podem transformar a dinâmica do dia a dia. Apoiar publicamente uma ideia de uma colega, resistir ao impulso de se desculpar sem motivo ou exigir reconhecimento justo por seu trabalho são exemplos de movimentos sutis, mas poderosos.

Essas práticas mostram que o feminismo não precisa de grandes declarações. Cada atitude assertiva que desafia a desigualdade é relevante e fortalece a presença feminina em todos os espaços.

Por que adotar o microfeminismo?

O microfeminismo é uma forma de protesto silencioso, mas que produz impacto real. Ao adotar pequenas mudanças de comportamento, seja no trabalho ou nas relações pessoais, mulheres e homens podem contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária.

Esses gestos, quando repetidos, inspiram outros e ajudam a construir uma cultura de respeito, valorização e equidade. Afinal, como mostram as histórias compartilhadas nas redes sociais, cada passo importa.

Resumo: O microfeminismo transforma o cotidiano em um espaço de igualdade por meio de pequenas ações. Atitudes simples, como valorizar ideias femininas, evitar rótulos e promover equidade, têm grande impacto no trabalho e na vida pessoal. Cada gesto conta para fortalecer a presença feminina e inspirar mudanças reais.

Leia também: 

O que é síndrome de impostora, que Sabrina Sato revelou ter após ser mãe?

Tags: Empoderamento femininoigualdade de gêneromicrofeminismoMônica Martellimulheres no trabalho
Jéssica Batista

Jéssica Batista

Jéssica Batista é jornalista formada pela Universidade Cidade de São Paulo. Apaixonada por séries, cinema e por contar boas histórias, em AnaMaria escreve sobre comportamento, gastronomia e atualidades.

CompartilharTweetEnviarCompartilhar

GRUPO PERFIL – Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, Estados Unidos, Portugal e Índia

AnaMaria |  AnaMaria Receitas | Aventuras na História | CARAS | CineBuzz | Contigo | Máxima | Perfil Brasil | Recreio | SportBuzz | RSVP

Rede de sites parceiros:

Bons Fluidos | Holywood Forever TV  | Mais Novela | Manequim | Rolling Stone Brasil | Viva Saúde | FFW

PERFIL Brasil Av. Eusébio Matoso, 1.375 10º andar – CEP: 05423-905 | São Paulo, SP

Anuncie no Grupo Perfil +55 (11) 2197-2000 ou [email protected]

Clique aqui e conheça nosso Mídia Kit

Política de privacidade

Categorias

  • AnaMaria Testa
  • Astrologia
  • Atualidades
  • Beleza
  • Bem-estar e Saúde
  • Carreira
  • Casa
  • Comportamento
  • Dieta e Emagrecimento
  • Dinheiro
  • Diversos
  • DIY
  • Educação
  • Famosos
  • Maternidade
  • Moda
  • Programação da TV
  • Relacionamento
  • Tecnologia

Direitos Autorais Grupo Perfil. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Perfil.com Ltda.

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas