segunda-feira,13 julho , 2026
Revista Ana Maria
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas
Revista Ana Maria
Sem resultado
Veja todos os resultados

Julho Laranja: cuidar da saúde bucal desde a infância faz diferença para toda a vida

Especialistas explicam quando procurar um odontopediatra e por que a prevenção desde os primeiros meses pode evitar problemas futuros na mordida, na respiração e no desenvolvimento facial

Priscila Correia Por Priscila Correia
12/07/2026 - Atualizado em 13/07/2026
Em Coluna Aventuras Maternas
Share on FacebookShare on TwitterEnviarEnviar

Nos primeiros anos de vida, é natural que os pais estejam atentos às vacinas, às consultas com o pediatra e ao desenvolvimento dos filhos. Mas existe outro cuidado igualmente importante que, muitas vezes, acaba ficando em segundo plano: a saúde bucal. Muito além de prevenir cáries, o acompanhamento odontológico desde os primeiros meses pode contribuir para o desenvolvimento adequado da face, da fala, da mastigação e até da respiração, além de evitar problemas que se tornam mais complexos ao longo da infância.

Aproveitando a campanha Julho Laranja, que reforça a importância da ortodontia preventiva e do diagnóstico precoce, especialistas alertam que hábitos aparentemente inofensivos, como o uso prolongado de chupeta e mamadeira, a respiração pela boca e até o bruxismo infantil, podem interferir diretamente no crescimento da arcada dentária e dos ossos da face.

PROPAGANDA

Segundo dados do Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil), um estudo conduzido pelo Ministério da Saúde no ano de 2023, 53,17% das crianças brasileiras completam cinco anos livre de cáries. O documento mostra que, se comparado ao levantamento de 2010, houve um avanço, já que, à época, esse número era de 46,6%. Entretanto, a doença ainda é considerada comum na infância – entre as que apresentam cáries, a média é de 2,14 dentes com o problema; e 37,17% nessa mesma faixa etária nunca foram ao dentista -, o que evidencia a necessidade de acompanhamento odontológico desde cedo.

A odontopediatra Samantha Cardoso explica que cuidar da saúde bucal das crianças vai muito além de escovar os dentes. “Como os ossos da face e os dentes estão em pleno desenvolvimento, pequenos sinais podem indicar a necessidade de uma visita ao odontopediatra. Vale lembrar, também, que a troca dos dentes de leite pelos permanentes costuma começar por volta dos seis anos, mas o ritmo varia muito de criança para criança”. Ela alerta, ainda, para alguns pontos importantes que pais e responsáveis devem ficar de olho, como quando a criança reclama de dor ou evita comer alimentos mais duros e/ou frios; gengiva sangrando durante a escovação, que pode ser sinal de gengivite por acúmulo de placa; mau hálito persistente, mesmo após escovar os dentes; e respirar muito pela boca ou roncar à noite, que pode alterar o crescimento dos ossos da boca e entortar os dentes. Além disso, ela levanta um ponto importante: muitas pessoas acham que a cárie já nasce como um “furo preto” no dente, mas ela começa de forma muito mais sutil, com sinais como manchas brancas e manchas escuras, que podem ser amareladas, marrons ou pretas.

PROPAGANDA

Na matéria de hoje, vamos falar sobre a cuidados que as famílias devem ter com a saúde bucal dos pequenos e sobre a campanha do Julho Laranja, uma mobilização nacional de conscientização voltada para a saúde bucal infantil e a importância da ortodontia preventiva, que enfatiza que os cuidados devem começar ainda nos primeiros anos de vida, quando os hábitos inadequados e as alterações no desenvolvimento da arcada dentária podem ser identificados e tratados com mais facilidade.

Cuidado deve começar já nos primeiros meses

PROPAGANDA

Antes mesmo do aparecimento do primeiro dentinho, é preciso que os pais e responsáveis comecem a cuidar da boca dos bebês. Samantha explica que, nesse período, a gengiva, a língua e a parte interna das bochechas devem ser higienizadas com uma gaze ou fralda de pano limpa umedecida em água filtrada, pelo menos uma vez ao dia, preferencialmente antes de dormir. Além disso, ela orienta evitar que o bebê durma mamando no peito ou na mamadeira sem essa limpeza, pois os açúcares do leite podem se acumular na boca.

Já os primeiros dentes de leite costumam aparecer por volta dos seis meses de vida, período que geralmente coincide com a introdução alimentar. Nessa etapa, a higiene deve ser feita com uma escova infantil de cabeça pequena e cerdas extramacias. “Vale lembrar que sintomas como coceira na gengiva, salivação intensa e irritabilidade são considerados comuns e podem ser amenizados com mordedores gelados”, pontua Samantha Cardoso.

Entre 1 e 3 anos, quando a dentição de leite se completa e a criança passa a consumir uma maior variedade de alimentos sólidos, a recomendação é realizar a limpeza pelo menos duas vezes ao dia, sendo uma delas obrigatoriamente antes de dormir, além de iniciar o uso do fio dental nos locais em que os dentes já estejam encostados. A partir dos 3 anos, embora os pequenos demonstrem mais autonomia, ela ainda precisa ser supervisionada para uma escovação totalmente eficaz. Portanto, o ideal é permitir que a criança faça a higiene primeiro e, em seguida, o adulto repasse a escova e ensine a cuspir a pasta, evitando sua ingestão.

É preciso, ainda, fazer um alerta importante: muitos pais acreditam que os dentes de leite não precisam de tanta atenção, mas essa mentalidade precisa mudar. Os dentes de leite, embora temporários, desempenham papéis vitais, pois guardam o espaço correto para os dentes permanentes, são essenciais para o desenvolvimento da fala e permitem que a criança mastigue e se alimente bem. Além disso, diz Samantha, infecções como a cárie de mamadeira podem causar dores intensas e afetar a saúde geral.

Falta de cuidado pode comprometer a face 

O Julho Laranja coloca em evidência a importância do cuidado bucal dos pequenos. Mas qual seria, afinal, o momento ideal para avaliar o desenvolvimento da mordida e da face de uma criança? Para Stella Faria Dumke, dentista especialista em odontopediatria, ortopedia funcional dos maxilares e ortodontia, a resposta é simples: quanto antes, melhor.

Embora muitas pessoas associem a ortodontia apenas ao uso de aparelhos dentários na adolescência, os primeiros anos de vida são determinantes para a formação das estruturas faciais. “Dos zero aos sete anos acontece cerca de 80% do desenvolvimento craniofacial da criança. É nesse período que observamos a formação dos ossos da face, o desenvolvimento das vias aéreas, a posição da língua, a mastigação e a respiração. Por isso, alterações funcionais devem ser identificadas e acompanhadas o mais cedo possível.”, explica Stella.

Ela pontua que, entre os sinais que merecem atenção, estão a respiração pela boca, ronco frequente, sono agitado, bruxismo, dificuldade para manter os lábios fechados, mastigação unilateral, uso prolongado de chupeta ou mamadeira, sucção do dedo e alterações na posição da língua. Além disso, avalia, muitos desses fatores podem influenciar diretamente o crescimento da face e favorecer problemas como mordida aberta, mordida cruzada, desalinhamento dentário e estreitamento das vias respiratórias. “Quando identificamos um problema durante essa fase, temos a oportunidade de atuar sobre a causa e direcionar o crescimento de forma mais favorável. Em muitos casos, isso evita o agravamento das alterações e reduz a necessidade de tratamentos mais complexos no futuro.”.

E engana-se quem pensa que a saúde bucal infantil fica restrita apenas aos dentes. “Quando avaliamos uma criança, observamos como ela respira, mastiga, dorme e se desenvolve. O crescimento craniofacial está diretamente relacionado à qualidade de vida, ao sono, à aprendizagem e ao desenvolvimento global. Por isso, não devemos esperar que todos os dentes permanentes nasçam para procurar uma avaliação especializada.”, esclarece Stella, que continua: “Muitas alterações começam de forma silenciosa. Quanto mais cedo elas são percebidas, maiores são as possibilidades de intervenção e melhores tendem a ser os resultados para a saúde e o desenvolvimento da criança.”.

Bruxismo infantil

O bruxismo, que é a ação involuntária de ranger ou apertar os dentes, principalmente durante o sono, pode causar uma série de problemas, como dores, desgaste dentário e distúrbios do sono. Embora seja mais comum durante a noite, a condição também pode ocorrer durante o dia, no chamado “bruxismo de vigília”. E, ao contrário do que muitos imaginam, não é um problema exclusivo dos adultos.

Segundo Andrea Melo, cirurgiã-dentista com PhD em Odontologia, a partir dos 4 anos de idade a criança já deve passar por avaliações odontológicas mais específicas, que incluem a prevenção do bruxismo, um dos problemas bucais mais frequentes na infância. “Ele pode afetar muito a qualidade de vida, causando sintomas como dor facial, dor de cabeça, desgaste dos dentes e alterações no sono, o que leva a mais estresse e ansiedade. Cuidar disso desde a infância pode fazer uma grande diferença no impacto do problema”, explica.

O tratamento depende da identificação da causa do bruxismo. “Em crianças, ele costuma estar associado a distúrbios respiratórios, por isso uma avaliação das vias aéreas é fundamental”, afirma Andrea. Segundo a especialista, crianças que respiram pela boca podem apresentar prejuízos no desenvolvimento da face e da dentição, reforçando a importância do diagnóstico e do acompanhamento precoces.

Ortodontia preventiva 

A geração Alpha cresce em um cenário de maior acesso à informação e atenção aos cuidados com a saúde. Na odontologia, esse comportamento tem impulsionado a busca por abordagens preventivas capazes de acompanhar o desenvolvimento infantil desde os primeiros anos de vida. Entre elas, a ortodontia preventiva se destaca por possibilitar a identificação precoce de alterações no crescimento dos ossos da face, na mordida e no posicionamento dos dentes.

A seguir, Karina sugere algumas recomendações para acompanhar a saúde bucal desde cedo:

1. Não espere a troca completa dos dentes para procurar um ortodontista: “Muitos pais acreditam que a avaliação ortodôntica deve acontecer apenas na adolescência, mas a recomendação é que a primeira consulta seja realizada por volta dos seis ou sete anos. Nessa fase, já é possível identificar alterações no crescimento ósseo, mordida cruzada, mordida aberta e outros problemas, permitindo intervenções precoces e mais eficazes”;

2. Corrija hábitos que interferem no desenvolvimento da face: “Hábitos como a sucção de dedo, o uso prolongado de chupeta e a respiração bucal podem impactar diretamente a formação da arcada dentária e o crescimento facial. Quanto mais cedo essas questões forem identificadas e acompanhadas, menores tendem a ser os prejuízos para o desenvolvimento da criança”,;

3. Considere aparelhos removíveis ortopédicos e alinhadores infantis quando indicados: “Os aparelhos removíveis ortopédicos são amplamente utilizados em crianças durante a fase de crescimento. Além disso, atualmente existem alinhadores transparentes indicados para crianças e adolescentes em fase de troca de dentes. Esses dispositivos ajudam a conduzir o desenvolvimento da arcada dentária e da face de maneira mais confortável e eficiente”;

4. A prevenção pode evitar cirurgias complexas no futuro: “Em muitos casos, a intervenção realizada durante a infância permite corrigir alterações estruturais antes que elas se agravem. Isso reduz significativamente a necessidade de procedimentos cirúrgicos ou tratamentos ortodônticos mais longos e complexos na adolescência e na vida adulta”;

5. O objetivo vai muito além do alinhamento dos dentes: “A ortodontia preventiva contribui para a harmonia facial, melhora funções importantes como mastigação, respiração e fala, além de favorecer a autoestima da criança. Estamos falando de um cuidado que impacta diretamente a saúde e a qualidade de vida ao longo do crescimento”.

Sobre os alinhadores, especificamente, Ana explica que, além de serem transparentes, eles contam com planejamento digital, escaneamento 3D e simulações do tratamento, o que permite visualizar os resultados almejados antes mesmo de iniciar o tratamento. “Removíveis e feitos sob medida, os alinhadores oferecem mais conforto e discrição. Para crianças e adolescentes, isso impacta diretamente na autoestima e na aceitação do tratamento. Sem peças metálicas que muitas vezes podem causar feridas, eles também reduzem as restrições alimentares, o que facilita muito a rotina escolar e social”, avalia. Ela comenta, ainda, que um dos grandes diferenciais dos alinhadores é a facilidade de higienização, já que podem ser retirados, permitindo ao usuário a escovação e o uso do fio dental de forma completa e eficaz, o que contribui para a manutenção da saúde bucal ao longo do tratamento e ajuda a prevenir cáries e outros problemas bucais.

Turma da Mônica dá um incentivo extra

A forma como a criança vivencia a primeira consulta também influencia sua relação com a saúde bucal. Um atendimento acolhedor, com linguagem adequada à infância, ajuda a reduzir o medo e favorece a adesão ao acompanhamento odontológico.

Segundo Claudia Consalter, cirurgiã-dentista e sócia-fundadora da OrthoDontic, muitas famílias ainda associam a ortodontia apenas à estética. “Quando falamos em ortodontia, acompanhamos funções importantes para o desenvolvimento da criança, como mastigação, respiração, fala e crescimento facial. Quanto mais cedo esse acompanhamento acontece, maiores são as chances de identificar alterações antes que elas se tornem mais complexas.”

Para tornar esse primeiro contato mais leve, a OrthoDontic lançou, em parceria com a Turma da Mônica, o gibi Sorrir é uma Aventura, que apresenta a ortodontia infantil de forma lúdica e ajuda pais e responsáveis a reconhecerem sinais que merecem uma avaliação especializada. O material está disponível gratuitamente no site da empresa. https://www.orthodonticbrasil.com.br/ortodontia-infantil-turma-da-monica/

Direto ao Ponto

A seguir, Samantha Cardoso responda sobre outras dúvidas em relação a saúde bucal dos pequenos.

Aventuras Maternas – Quais são as consequências da escovação inadequada ou da falta de higiene bucal na infância? Além das cáries, que outros problemas podem surgir e como eles podem impactar a saúde e o desenvolvimento da criança?

Samantha Cardoso – A higiene bucal na infância vai muito além de evitar buraquinhos nos dentes. Quando a escovação é inadequada, os problemas se acumulam rapidamente e podem afetar a saúde geral, a nutrição e até a autoestima do seu filho. Muitas vezes, esquecemos que a boca é a porta de entrada para o resto do corpo. Mas, além da cárie, temos outras doenças, como a gengivite infantil (o acúmulo de restos de comida forma a placa bacteriana (aquela massinha branca ou amarelada). Se não for removida, as bactérias inflamam a gengiva. O sinal clássico é a gengiva sangrar durante a escovação ou ao morder uma maçã), o mau hálito crônico/halitose (as bactérias que se alimentam dos resíduos na boca e na língua liberam gases com odor forte) e o tártaro (quando a placa bacteriana não é removida, ela mineraliza e endurece, virando tártaro. Uma vez formado, a escova em casa não consegue tirar; só o dentista no consultório. Cuidar da escovação pelo menos duas vezes ao dia e supervisionar esse hábito até por volta dos 7 ou 8 anos é muito importante.

Aventuras Maternas – A fase da troca dos dentes costuma gerar muitas dúvidas. Quando os pais devem se preocupar com a movimentação dos dentes de leite, a erupção dos dentes permanentes ou possíveis alterações na mordida? Em quais situações é importante procurar um especialista?

Samantha Cardoso – A infância é justamente o melhor momento para uma primeira consulta com o ortodontista. A Associação Americana de Ortodontia recomenda que toda criança faça uma avaliação ortodôntica por volta dos 7 anos de idade. Nessa fase, os ossos da face ainda estão crescendo, o que torna muito mais fácil corrigir problemas estruturais do que na idade adulta. Existem alguns sinais claros de que a criança precisa de uma avaliação o quanto antes de acordo com o posicionamento dos dentes e da mandíbula. Mas, muitas vezes, o problema não está apenas na posição dos dentes, mas na forma como a criança usa a boca e respira.

* Respiração bucal: Dormir de boca aberta, babar no travesseiro ou passar o dia respirando pela boca (em vez do nariz). Isso altera o crescimento dos ossos da face;

* Hábitos prolongados: Chupar o dedo, usar chupeta ou mamadeira além dos 3 anos de idade;

* Dificuldade para mastigar ou falar: Se a criança morde a bochecha com frequência ou tem dificuldades pronunciando certos fonemas;

* Perda precoce ou muito tardia dos dentes de leite: O dente de leite serve como um “guia” para o dente permanente. Se ele cai cedo demais por cárie ou trauma, os outros dentes se movem e fecham o espaço.

O foco na infância é a prevenção. Nessa idade, o ortodontista realiza a chamada ortopedia funcional dos maxilares. Em vez de apenas alinhar dentes, ele direciona o crescimento dos ossos. Corrigir a base óssea na infância evita cirurgias complexas e extrações de dentes no futuro.

Aventuras Maternas – O Julho Laranja reforça a importância da prevenção e do acompanhamento precoce. Qual é a frequência ideal das consultas ao odontopediatra e ao ortodontista, e quais hábitos em casa ajudam a prevenir problemas bucais e garantir um desenvolvimento saudável da arcada dentária?

Samantha Cardoso – A primeira consulta no odontopediatra deve acontecer assim que nascer o primeiro dente ou, no mais tardar, até o primeiro ano de vida. Essa visita serve mais para orientar os pais sobre higienização, amamentação e uso de chupetas/mamadeiras, além de ajudar a criança a criar um vínculo positivo com o dentista evitando o medo. As visitas devem acontecer a cada 6 meses. O ortodontista avalia o crescimento dos ossos da face e o alinhamento dos dentes. Já a primeira consulta do ortodontista deve acontecer por volta dos 7 anos de idade. Nessa fase da dentição mista, o profissional detecta problemas de crescimento ósseo (exemplo: mordida cruzada e falta de espaço). Se não houver necessidade de intervenção, as visitas acontecem de 6 a 12 meses. Em uso de aparelho, o retorno é quinzenal ou mensal. Já em casa, cuidar da saúde bucal vai muito além de apenas escovar os dentes para evitar cáries. Hábitos corretos desde a infância são cruciais para o desenvolvimento correto da arcada dentária e dos ossos da face. Sobre hábitos que ajudam a prevenir problemas bucais, temos a higiene bucal correta, uma alimentação inteligente (com consumo inteligente do açúcar e ingestão de água) e estímulo no desenvolvimento da arcada(ou seja, o crescimento dos ossos da boca dependem dos estímulos mecânicos; e mastigar alimentos consistentes, como maçã, cenoura, pera e carne, estimula os músculos mastigatórios e o crescimento adequado dos ossos maxilares, garantindo espaço para os dentes permanentes nascerem alinhados). Vale lembrar, ainda, que o hábito de respirar pela boca (em vez de pelo nariz) pode alterar completamente o formato da arcada, deixando o céu da boca ogival (fundo) e os dentes apinhados (tortos). É preciso, ainda, monitorar se há rinite, amígdalas aumentadas ou obstruções. Importante dizer, também, que o uso de mamadeira ou chupeta após 3 anos de idade pode deformar a arcada, causando mordida aberta ou cruzada.

Priscila Correia

Priscila Correia

Priscila Correia (@aventurasmaternas) é jornalista, casada e mãe de 2 meninos, Theo e Benjamin. Autora de livros infantis, adora viajar e escrever sobre educação e saúde. Tem diagnóstico de Superdotação, assim como seus dois filhos, e gosta de falar sobre o assunto. É colunista da AnaMaria Digital, onde compartilha matérias sobre maternidade, infância e adolescência.

CompartilharTweetEnviarCompartilhar

GRUPO PERFIL – Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, Estados Unidos, Portugal e Índia

AnaMaria |  AnaMaria Receitas | Aventuras na História | CARAS | CineBuzz | Contigo | Máxima | Perfil Brasil | Recreio | SportBuzz | RSVP

Rede de sites parceiros:

Bons Fluidos | Holywood Forever TV  | Mais Novela | Manequim | Rolling Stone Brasil | Viva Saúde | FFW

PERFIL Brasil Av. Eusébio Matoso, 1.375 10º andar – CEP: 05423-905 | São Paulo, SP

Anuncie no Grupo Perfil +55 (11) 2197-2000 ou [email protected]

Clique aqui e conheça nosso Mídia Kit

Política de privacidade

Categorias

  • AnaMaria Testa
  • Astrologia
  • Atualidades
  • Beleza
  • Bem-estar e Saúde
  • Carreira
  • Casa
  • Comportamento
  • Dieta e Emagrecimento
  • Dinheiro
  • Diversos
  • DIY
  • Educação
  • Famosos
  • Maternidade
  • Moda
  • Programação da TV
  • Relacionamento
  • Tecnologia

Direitos Autorais Grupo Perfil. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Perfil.com Ltda.

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas