Samira foi quem saiu do BBB 26 na noite da última terça-feira (7). Eliminada no 14º Paredão da temporada, a sister recebeu 51,24% da média de votos do público. Ela disputava a permanência na casa mais vigiada do Brasil com Jordana e Marciele, que ficaram, respectivamente, com 47,67% e 1,09% da média.
A gaúcha caiu na berlinda, no último domingo (5), após ser puxada por Jordana. Samira havia sido a mais votada pela casa, junto com Marciele, mas foi salva do Paredão pelo Líder Juliano, que desempatou com o voto de minerva. No entanto, Jordana, indicada pelo Líder, ganhou o direito ao contragolpe e chamou a rival para a disputa.
Confira como foi a votação do 14º Paredão:
Samira
- Média: 51,24%
- Voto Único: 57,68%
- Voto Torcida: 36,21%
Jordana
- Média: 47,67%
- Voto Único: 40,96%
- Voto Torcida: 63,34%
Marciele
- Média: 1,09%
- Voto Único: 1,36%
- Voto Torcida: 0,45%
Antes de anunciar a eliminada, o apresentador Tadeu Schmidt dispensou a cunhã e disse que ela já estava no Top 7. Isso porque, conforme ele explicou aos outros participantes, precisava focar nas outras emparedadas, que protagonizaram a votação mais acirrada do BBB 26.

“Ora era uma que estava saindo, ora era outra que estava saindo… Com a diferença tão pequena, ninguém de vocês conseguem dizer quem sai hoje. Ninguém aqui fora conseguem dizer”, contou. Veja o discurso completo:
“Para os mais apressados, que gostam de spoiler, eu deixo uma dica: uma frase de Frank Slade. Ele disse: ‘No tango não há erros, não como na vida. É simples: se você errar, apenas continuem dançando’.
Samira e Jordana ensaiaram um tango trágico logo no início da temporada. Vestidas para a Festa, encostaram seus corpos como uma dupla de dançarinas, mas aquilo não era dança, era um duelo, uma coreografia atrapalhada que chegou a um passo da expulsão.
Jordana e Samira, se não firmaram uma rivalidade permanente e marcante, por outro lado tiveram algumas das altercações mais acaloradas da temporada. E agora o embate final.
Quem vence? A jogadora sagaz, que conquistou os prêmios mais valiosos, ou a jogadora que bateu na trave mais de uma vez? A durona, que faz de tudo para controlar os sentimentos, ou a campeã mundial das lágrimas, que chorou tanto que a tristeza já sabia o caminho de cor?
A menina que fala sem pensar, grita e se desespera, ou a advogada com argumentos bem pensados e pensamentos bem organizados? A cara de pau de quem derrubou os dominós, ou a cara de pau de quem inventou a mentira mais sem sentido?
Uma vai fazer muita falta nessa casa, e a outra também. Estratégia versus impulso, emoção contra razão, equilíbrio contra explosão, a dúvida e a confiança, a disciplina e o caos, a bota e o pijama, o batom e o perfume.
A jogadora que caiu no Paredão ao lado de uma aliada, contra a adversária que está sozinha na berlinda. Mas, será que isso faz diferença, afinal? Ou o mais importante é que uma fazia parte de um grupo que perdeu quase todos os Paredões, enquanto a outra faz parte de um grupo que não perdeu nenhum Paredão.
Não é a coincidência mais interessante esse grupo ter o nome de Eterno? Por isso eu preciso encerrar com as palavras de Vinícius de Moraes: ‘Que não seja imortal, posto que chama, mas que seja infinito enquanto dure’.
Esse é o momento paradoxal em que um Eterno encontra a finitude. Quem sai hoje é a Samira”.
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