Conhecidos por sua independência e curiosidade, os gatos sempre despertam fascínio. No entanto, entre tantas opções de raça de gato, uma se destaca não apenas pela beleza, mas também pelo valor impressionante: o Ashera. Considerado o felino mais caro do mundo, ele pode custar até R$ 500 mil e desperta curiosidade até mesmo entre quem nunca pensou em ter um gato doméstico.
Logo nos primeiros contatos, o Ashera impressiona pelo porte grande, pela pelagem exótica e pela semelhança com felinos selvagens. Apesar da aparência marcante, ele se adapta bem à convivência familiar. Além disso, sua criação envolve alta tecnologia genética, o que ajuda a explicar por que essa raça de gato se tornou tão exclusiva e disputada.
Ashera: origem genética e aparência exótica
O Ashera surgiu no início dos anos 2000, a partir de um projeto liderado pelo inglês Simon Brodie, fundador da empresa norte-americana Lifestyle Pets, especializada em biotecnologia animal. A proposta era criar um gato doméstico com aparência selvagem, mas comportamento dócil. Para isso, os cientistas combinaram genes de gatos domésticos, leopardos asiáticos e servais africanos.
Como resultado, nasceu uma raça de gato com pelagem manchada, que lembra onças e leopardos, além de corpo alongado e musculoso. O Ashera pode chegar a 1,5 metro de comprimento e pesar entre 12 kg e 15 kg. Ainda que pareça intimidador, ele surpreende pela postura tranquila e pela facilidade de interação com humanos. Segundo especialistas, trata-se de um felino brincalhão, curioso e bastante apegado aos tutores.

Por que essa raça de gato custa tão caro?
O preço elevado do Ashera se explica, principalmente, pela raridade. Esses animais são criados em laboratório e, por isso, são estéreis, ou seja, não conseguem se reproduzir naturalmente. Consequentemente, o número de filhotes disponíveis por ano é extremamente limitado, cerca de 100 exemplares por ano, o que aumenta a procura e eleva o valor de mercado.
Além da exclusividade, eles também são considerados hipoalergênicos, característica que atrai pessoas sensíveis a pelos de animais. Ainda assim, especialistas alertam que nenhum gato doméstico é 100% livre de causar alergias. Portanto, o acompanhamento médico continua sendo essencial antes da escolha.
Aparência selvagem, mas vida doméstica possível
Apesar de sua origem genética diferenciada, o Ashera convive bem em ambientes familiares. Ele gosta de espaço, interação e estímulos diários. Por isso, quem pensa em ter essa raça de gato precisa investir em enriquecimento ambiental e cuidados constantes.
No entanto, vale refletir: mais importante do que o valor ou a raridade é o bem-estar animal. Atualmente, milhares de cães e gatos aguardam adoção em abrigos. Assim, escolher um gato doméstico adotado também representa um gesto de amor, responsabilidade e empatia.
Resumo: O Ashera é considerado a raça de gato mais cara do mundo e chama atenção pela aparência exótica e origem genética. Criado em laboratório, ele é raro, estéril e altamente valorizado. Apesar do visual selvagem, adapta-se bem ao convívio familiar.\
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