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Início Família/Filhos

“Será que ela anda comendo demais?”

Ana Bardella Por Ana Bardella
18/09/2018
Em Família/Filhos
iStock

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Como ele se comporta quando o assunto é comida?
De acordo com Adriana Pereira Santos, psicóloga da plataforma Vittude, o principal sintoma de uma criança que está sofrendo com o problema é o de comer exageradamente. “Muitas vezes, elas passam a se alimentar escondido dos adultos e mentir sobre o assunto. Depois, sentem-se culpadas”, explica. Elas também podem recorrer à ingestão dos alimentos ao se sentir tristes ou frustradas. “Outro
sintoma comum: basear a rotina toda em torno da comida”, reforça Ariane Bomgosto, nutricionista infantil. As refeições não são suficientes e elas sempre pedem para beliscar algo fora dos horários preestabelecidos, porque não sabem reconhecer quando estão se sentindo satisfeitas.

Origem do problema
Segundo Adriana, ao notar esses sintomas, os pais precisam investigar as causas do comportamento. Problemas de saúde podem estar envolvidos, tais como desequilíbrios hormonais ou diabetes. Por isso, vale consultar um pediatra e, se necessário, realizar exames para descartar essas possibilidades. Se nada for encontrado, a hipótese é de que a compulsão esteja relacionada a fatores emocionais. “Muitas vezes as crianças estão tentando transmitir algum tipo de mensagem para os pais. Como ainda não são capazes de transformar
esses sentimentos complexos em palavras, inconscientemente buscam refúgio no ato de comer”, detalha a psicóloga. O problema pode ter início a partir dos 3 anos de idade

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O ambiente influencia muito!
“Cada pessoa tem uma forma de interpretar os episódios da vida, e com as crianças também funciona assim”, diz Ariane. Separação dos pais e agressões verbais recorrentes entre os membros da família podem ser gatilhos para o desenvolvimento da compulsão. No entanto, se os mais velhos usam a comida como recompensa (por exemplo, deixam a criança comer um chocolate depois de tirar uma nota boa na prova), isso também pode ser um estímulo. Por isso, atenção às situações em que os episódios compulsivos ocorrem e o que pode estar escondido por trás deles. Mais importante do que repreender imediatamente seu filho é visualizar o contexto para poder tratar a raiz do problema.

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O perigo morano futuro
Caso a compulsão não seja tratada, existe a possibilidade de a criança crescer, amadurecer e mudar de comportamento. No entanto,
o assunto também pode acabar ganhando outras dimensões. “É possível que o transtorno evolua para um quadro de anorexia ou
bulimia, principalmente na fase da adolescência”, alerta Adriana. O ideal, segundo as profissionais: desenvolver uma boa relação com
a comida desde a infância. Sempre é possível mudar de hábitos, mas quanto antes o processo se iniciar, mais fácil fica vencer o drama!

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Tratamento multidisciplinar
Além de se consultar com um pediatra, a criança precisa do acompanhamento de um psicólogo e de um nutricionista. E lembre-se de que, assim como nos casos de obesidade infantil, a família toda deve se comprometer para ajudá-la a vencer a compulsão. Afinal, o comportamento dos pequenos está diretamente relacionado com a maneira como os mais velhos agem no dia a dia. Pais ansiosos, agressivos ou rígidos demais contribuem para a piora do problema. Só mesmo mudando os hábitos de todos os moradores da casa será possível virar o jogo. Portanto, esteja aberta às possíveis transformações! Afinal, o esforço vai resultar em uma convivência mais harmônica, além de influenciar de maneira positiva no bem-estar do seu filho.
 

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Tags: Família/Filhos
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A prática de pausar o trabalho de forma estratégica começou a ser estudada com mais profundidade a partir da observação da fadiga mental em ambientes industriais e administrativos. Pesquisadores perceberam que longos períodos de concentração contínua levavam à queda de desempenho, mesmo entre profissionais experientes. A produtividade não cai por falta de esforço, mas por excesso de desgaste cognitivo. O que acontece no cérebro quando o trabalho não tem pausas? Quando o cérebro permanece focado por muito tempo em uma única tarefa, ocorre uma sobrecarga dos sistemas responsáveis pela atenção. Isso reduz a capacidade de concentração, aumenta a sensação de cansaço e eleva a chance de erros simples. A ausência de pausas também afeta a memória de curto prazo e a tomada de decisões. Além disso, a fadiga mental prolongada está associada à queda de motivação e à procrastinação. Sem pausas, o cérebro passa a operar em modo defensivo, buscando distrações para aliviar o esforço excessivo. Esse comportamento é comum em jornadas longas e mal organizadas. Quais tipos de pausas realmente ajudam a produzir mais? As pausas mais eficazes são aquelas curtas e intencionais, que permitem descanso mental sem quebrar totalmente o ritmo do trabalho. Caminhar por alguns minutos, alongar o corpo ou apenas mudar o foco visual já traz benefícios. O importante é se afastar temporariamente da tarefa principal. Pausas muito longas ou associadas a estímulos excessivos, como redes sociais, podem ter efeito contrário. O objetivo da pausa produtiva é restaurar a atenção, não substituí-la por outra fonte de exaustão. Pequenas interrupções, quando bem usadas, ajudam a retomar o trabalho com mais clareza. Como essas pausas influenciam a produtividade no dia a dia? Ao inserir pausas regulares na rotina, o trabalhador mantém níveis mais estáveis de energia ao longo do dia. Isso reduz picos de cansaço no meio da tarde e melhora a consistência do desempenho. A produtividade deixa de depender apenas de força de vontade. Outro ponto relevante é a prevenção do esgotamento mental. Pausas frequentes diminuem a sensação de sobrecarga, o que impacta diretamente a qualidade do trabalho entregue. Profissionais que descansam melhor tendem a ser mais criativos e eficientes. Quais erros comuns atrapalham o efeito das pausas no trabalho? Um erro frequente é pular pausas em nome da urgência, acreditando que trabalhar sem parar gera mais resultados. Na prática, isso costuma provocar o efeito oposto, com queda de rendimento ao longo do dia. A produtividade passa a oscilar e o tempo total de execução aumenta. Outro equívoco é transformar a pausa em mais uma atividade estressante. Responder mensagens, checar notificações ou resolver pendências durante o descanso não permite recuperação mental. A pausa precisa ser simples, curta e realmente desconectada da pressão produtiva. O que podemos aprender sobre pausas e produtividade no trabalho? A principal lição é que produtividade sustentável depende de equilíbrio, não de esforço contínuo. Trabalhar melhor não significa trabalhar sem parar, mas saber quando desacelerar para manter o desempenho. As pausas deixam de ser vistas como perda de tempo e passam a ser parte da estratégia. Ao respeitar os limites do corpo e da mente, o profissional preserva foco, energia e qualidade ao longo do dia. Inserir pausas conscientes na rotina é uma escolha simples que gera ganhos reais, tanto em resultados quanto em bem-estar. A produtividade cresce quando o descanso também é levado a sério.

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