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Início Família/Filhos

“Na volta eu compro pra você”

Ana Bardella Por Ana Bardella
12/06/2017
Em Família/Filhos
iStock

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Férias sem dívidas. Foto: FreePik

Férias sem dívidas

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Afogamento infantil: por que acontecem tantos acidentes e como evitar essa tragédia no verão

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11/01/2026
Algumas vezes, até as tarefas rotineiras (como sair para resolver um problema na rua ou passar no mercado para pegar itens básicos) podem se transformar em um desafio quando as crianças estão por perto. O principal motivo? As vitrines e prateleiras chamativas, que despertam a curiosidade delas e, principalmente, vontade. Logo começam os pedidos: “Mãe, compra pra mim?”, “Posso colocar no carrinho?”, e assim por diante… Mas, ainda bem, esse comportamento não é irreversível. Saiba como lidar com a situação.
1 Diferença entre necessidade e vontade
“Faz parte do ser humano desejar as coisas”, relembra Maíra Andrade Madeira, psicóloga clínica do Rio de Janeiro. Quantas vezes você não parou para olhar um sapato ou bolsa em uma loja? Tenha em mente que, na infância, as crianças ainda não possuem bases para compreender completamente a origem do dinheiro e a importância de economizar. Logo, é natural que esses pedidos (e as insistências) aconteçam. Além disso, muitas vezes, o querer está associado à socialização. O pensamento é: todos têm. Logo, eu preciso ter também para me enturmar. Saiba que esse é um sentimento válido e cabe aos pais ensinarem aos filhos a diferença entre
necessidade e vontade.
2 Não se deixe intimidar pelas reações
Ao dizer “não” para a aquisição de algum objeto, a reação do pequeno foi explosiva? Mantenha a tranquilidade. Se ele chorar, se jogar no chão ou gritar, diga com firmeza que, com essa atitude, o problema não será resolvido. Explique de forma simples o porquê de, naquela hora, não realizar a vontade dele. “Crianças são curiosas e gostam de receber explicações”, completa a profissional. O mais importante: não se deixe levar pelo nervoso a ponto de ceder ao pedido ou seu filho acreditará que essa é a melhor maneira de se portar ao se frustrar.
3 Aprenda a fazer negociações
Vocês estão passeando no shopping. O pequeno avista a loja de brinquedos e começa a pedir algo da vitrine. Em vez de somente dar uma resposta negativa, converse com ele e tente chegar a um acordo. Existem muitas possibilidades. Uma delas é oferecer o item como presente de aniversário, Dia das Crianças… A outra: avaliar o preço e, se for muito caro, pesquisar algo semelhante, mas com um valor menor. “Mostre para seu filho as qualidades que o produto mais barato possui, para que ele perceba que a troca será
vantajosa para ambos”, indica Maíra.
4 Estimule o hábito de economizar
Se a criança recebe uma mesada, incentive-a desde já o costume de poupar uma parte do dinheiro ao qual tem acesso. Pergunte a ela se há algo que deseja muito (como um jogo de videogame ou uma boneca nova) e combine de colocar em um porquinho uma
parte da quantia que ganha mensalmente – no máximo, até a metade do valor. Depois, faça as contas e diga a ela em quanto tempo será possível comprar o tal brinquedo. Essas lições de economia são válidas para todo o futuro! Exemplo: se a criança ganha R$ 50 por mês e o combinado for colocar R$ 20 no porquinho, ela conseguirá comprar um item de R$ 100 em apenas cinco meses. Explique isso para ela.
5 Cumpra sempre os combinados
Importante: faça valer a sua palavra, mesmo que nem sempre seja a opção mais agradável aos seus olhos. Imagine a seguinte situação: você pergunta ao seu filho se ele prefere uma festa de aniversário ou um brinquedo novo, deixando claro que só poderá
pagar por uma das duas escolhas. Ele opta pelo brinquedo, deixando a família, que adora fazer uma confraternização, totalmente frustrada. Então, quando chegar próximo à data de completar mais um ano, não ofereça uma grande festa, no máximo uma
reuniãozinha. Se não fizer o que prometeu, sua credibilidade ficará totalmente fragilizada.
6 Dê o exemplo dentro da sua casa
Quanto mais velhas as crianças ficam, mais percepção sobre o mundo elas passam a adquirir. Portanto, não adianta economizar quando o assunto é material escolar e não poupar a grana quando se trata de bens supérfluos, como roupas em excesso, acessórios
ou aparelhos eletrônicos. “Em algum momento, pode acreditar nisso, as crianças irão questionar essa postura incoerente”, garante a psicóloga.
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Tags: Família/Filhos
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O autocuidado fora das redes sociais está ligado à capacidade de sustentar o próprio bem-estar no cotidiano, mesmo quando isso não gera validação externa. Ele envolve práticas como manter uma rotina minimamente organizada, dormir com regularidade, alimentar-se melhor e reconhecer os próprios limites, atitudes que raramente aparecem em fotos ou vídeos, mas fazem diferença real ao longo do tempo. Por que o autocuidado mostrado nas redes é apenas uma parte da realidade? O conteúdo sobre autocuidado nas redes sociais costuma destacar apenas ações visualmente agradáveis, como produtos de beleza, banhos relaxantes ou momentos de lazer esteticamente planejados. Esses elementos existem, mas representam apenas uma fração do cuidado necessário para manter equilíbrio físico e emocional no dia a dia. Além disso, as redes não mostram o esforço contínuo, o cansaço mental, a disciplina para manter hábitos saudáveis nem as frustrações envolvidas no processo. Essa ausência cria uma expectativa irreal, levando muitas pessoas a acreditarem que estão falhando quando, na verdade, estão apenas vivendo a parte invisível do autocuidado. Quais hábitos silenciosos sustentam o autocuidado real? Entre os hábitos mais importantes estão dormir o suficiente, manter horários regulares e reduzir excessos, especialmente no uso de telas e estímulos digitais. Essas práticas fortalecem o corpo e a mente de forma gradual, mesmo sem gerar sensação imediata de prazer ou recompensa visual. Outro ponto essencial é aprender a desacelerar sem culpa. Descansar de verdade, permitir pausas mentais e respeitar sinais de esgotamento são atitudes fundamentais que raramente são associadas ao autocuidado nas redes, mas sustentam o bem-estar a longo prazo. Como estabelecer limites se torna um ato de autocuidado? Estabelecer limites claros é uma das formas mais eficazes de autocuidado, ainda que seja desconfortável em um primeiro momento. Dizer não a compromissos excessivos, demandas constantes ou expectativas irreais protege a energia física e emocional necessária para o cotidiano. Além disso, limites digitais também são essenciais. Reduzir comparações, controlar o tempo de exposição às redes sociais e filtrar conteúdos ajuda a diminuir ansiedade e frustração, criando uma relação mais saudável consigo mesmo e com o próprio ritmo. Por que o autocuidado verdadeiro exige constância e não perfeição? O autocuidado real não acontece em ações isoladas, mas na repetição de pequenas escolhas ao longo do tempo. Conversar sobre sentimentos, buscar ajuda quando necessário e reconhecer emoções difíceis fazem parte desse processo contínuo e silencioso. Ignorar sinais de estresse, exaustão ou ansiedade compromete todo o equilíbrio emocional. Reconhecer limites não é fraqueza, mas uma estratégia de manutenção da saúde mental que permite atravessar fases difíceis com mais estabilidade. O que muda quando o autocuidado deixa de ser performance? Quando o autocuidado deixa de ser uma performance para as redes, ele se torna mais simples, acessível e sustentável. Pequenas decisões diárias passam a ter mais valor do que ações pontuais voltadas apenas para aparência ou validação externa. No longo prazo, o autocuidado real fortalece a autonomia, reduz a dependência de soluções rápidas e ajuda a construir uma relação mais honesta consigo mesmo. Ele não precisa ser exibido, apenas praticado de forma consistente e consciente.

O autocuidado real começa longe das redes sociais e com pequenas ações mais fáceis de aplicar do que você imagina

13/01/2026

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