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Alopecia: especialista explica causa e tratamento da doença que afeta Maiara e Maraisa

Maiara e Maraisa foram diagnosticadas com alopecia feminina; entenda o problema

Maiara e Maraisa foram diagnosticadas com alopecia androgenética - Instagram/@maraisa e @maiara
Maiara e Maraisa foram diagnosticadas com alopecia androgenética - Instagram/@maraisa e @maiara

Maiara, da dupla com Maraisa, dividiu com seus seguidores que está fazendo um tratamento para a alopecia, conhecida popularmente como calvície feminina. Em 2021, sua irmã revelou sofrer com o mesmo diagnóstico. Mas, afinal, quais são as causas para a condição? E quais os tratamentos?

Para responder a essas perguntas, AnaMaria Digital entrevistou o dermatologista Thiago Caetano, da rede AmorSaúde. Na sequência, explicamos mais detalhes sobre o problema!

O QUE É ALOPECIA?

Segundo o médico, alopecia é um termo abrangente e que especialistas usam para definir ausência, menor quantidade ou queda - transitória ou definitiva - dos cabelos. Isso pode ocorrer em locais específicos ou atingir o paciente de forma total.

Ele explica que existem variações da condição: "A alopecia mais comum é a androgenética, a calvície feminina, mas também existe a areata, de tração, universal e outros quadros menos frequentes".

EXISTE CURA PARA A ALOPECIA?

No caso da dupla sertaneja, a calvície feminina acontece por predisposição genética, e a piora no quadro vem no decorrer dos anos. Por mais que existam tratamentos de controle e diminuição da velocidade da doença - como medicamentos orais, procedimentos injetáveis e lasers - o profissional da saúde afirma que não existe cura para a condição. 

Além da predisposição genética, alguns fatores podem desencadear a condição. Ele enumera outras causas para alopecia: "Tração causada pelo uso de tranças ou rabo de cavalo muito apertados, doenças metabólicas, estresse, estresse pós-parto e pós-cirúrgico".

COMO PREVENIR A CONDIÇÃO

O dermatologista afirma que consultas médicas regulares são a chave para a prevenção e controle da doença. Exames como o monitoramento de exames de sangue - para descartar alterações hormonais e baixa de vitaminas - e exames físicos do couro cabeludo com médico dermatologista - chamados também de tricoscopia - podem ajudar no diagnóstico.

Para finalizar, ele orienta: "Ter boa higiene do couro cabeludo evitando excesso de oleosidade, evitar penteados com muita tração e manter o estresse do dia a dia sob controle são um ótimo caminho para prevenir alguns tipos de alopecia , além de identificar outras de forma precoce".

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