Com a vitória de Flay, intérprete da DJ Vitória-Régia a terceira temporada do ‘The Masked Singer‘ chegou ao fim. Mas uma dúvida segue atiçando a curiosiadade dos telespectadores: como é o encontro dos adversários nos bastidores?
Em entrevista coletiva, a campeã da temporada falou um pouco mais sobre sua trajetória no programa – além de revelar bastidores mais curiosos. Ao contrário do imaginado por parte do público, os participantes se encontram ao longo das gravações.
No entanto, os rápidos diálogos são restritos à pouquíssimas palavras, além de todos estarem devidamente tampados, claro. Isso porque a ideia do programa é evitar ao máximo que as vozes por baixo das fantasias sejam descobertas. Inclusive, nem mesmos os amigos sabiam de sua participação.
“Quando a gente se encontra, estamos cobertos completamente, da cabeça aos pés. E no máximo damos um tchauzinho. A gente não sabe quem está por baixo daquela roupa e fica uma incógnita louca”, inicia.
Em seguida, ela foi só elogios para Larissa Luz, que foi vice-campeã do programa dando voz à Abelha-Rainha. Para Flay, ter uma cantora do nível da adversária, com quem teve uma rivalidade sadia – ressalta ela, foi enriquecedor para a final do ‘The Masked Singer‘.
“Maravilhosa, uma cantora icônica. Passei a admirar muito mais o trabalho dela”, iniciou a voz da DJ Vitória-Régia. “Foi uma competição muito gostosa e a gente ficou muito honrada de chegar juntos na final. Qualquer uma poderia ter vencido”, continuou Flay.
PRINCIPAL ADVERSÁRIO?
Apesar de não saber quem eram os demais participantes – motivo de inquietação e muita curiosidade para ela, a cantora confessou que sua maior preocupação era com a Vovó Tartaruga, interpretada por Nanda Costa.
“Ela me deixava muito preocupada, porque ela era muito fofa. A boneca dela ria e a plateia pira nos bonequinhos mais fofos”, relembrou, antes de falar sobre a preferência dos jurados pela adversária na competição.