sábado,14 fevereiro , 2026
Revista Ana Maria
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
Sem resultado
Veja todos os resultados
Revista Ana Maria
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Famosos

Alexandre Garcia se pronuncia após ser demitido da CNN: ”Não podia decepcionar”

Da Redação Por Da Redação
27/09/2021
Em Famosos
Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Share on FacebookShare on TwitterEnviarEnviar

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

LeiaMais

Ana paula e Aline Campos discutem no BBB26 -  Créditos: (Reprodução/TV Globo)

Astros revelam por que Ana Paula e Aline se tornaram rivais no BBB 26

20/01/2026
Quem é o famoso escritor americano que anunciou aposentadoria após revelar caso extraconjugal de 8 anos

Quem é o famoso escritor americano que anunciou aposentadoria após revelar caso extraconjugal de 8 anos

09/01/2026

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

PROPAGANDA

Alexandre Garcia deixou a CNN Brasil na última semana e resolveu se pronunciar no último domingo (26), em seu canal do YouTube, onde segue compartilhando conteúdo. O jornalista deixou a emissora após defender um tratamento precoce contra covid-19 que ainda não tem eficácia comprovada, durante o quadro ‘Liberdade de Opinião’. Na ocasião, ele foi desmentido pelo canal de notícias, uma vez que ainda não há medicamentos eficazes para a doença. 

No vídeo em que se pronuncia sobre a demissão, Garcia criticou professores e falou sobre alienação. “Me perguntaram na sexta sobre a CPI da covid, vacinação e tratamento. Não podia decepcionar aqueles que foram meus alunos ao longo de todos os anos. Se eu digo uma coisa eu tenho que praticar e digo: não aluguem a sua cabeça, pensem, que seu cérebro não seja abduzido, não permitam que professores façam lavagem cerebral, que o medo dos colegas te encolha e não tenha pensamento próprio.”

“Você pode até me contrariar, cada um tem seu pensamento. O que não pode ser normal é que a pessoa seja num rebanho, acéfalo”, acrescentou. Para ele, os jornalistas devem acreditar “nos olhos”, isto é, no que veem. Alexandre não falou sobre apuração de dados e contextualização de fatos.  

“A gente quando pega um limão é um presente por que sai uma limonada. O presente é mais importante porque constrói o futuro, muito mais importante que o passado. E para os jornalistas, o importante são os fatos. Não posso contrariar aquilo que estou vendo, acompanhando, aquilo que vem da fonte primária. Isso que nós jornalistas devemos fazer. Acreditar em nossos olhos.”

Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que Garcia foi rebatido pela CNN. Em outubro, o jornalista falou que não era necessário que os jovens se vacinassem contra o coronavírus. Entretanto, comprovadamente, os imunizantes anti-covid reduzem as chances da doença evoluir para quadro grave. 

A CNN Brasil, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que o desligamento de Alexandre se deu pelas posições dele, que são contrárias à ciência. 

Tags: alexandre garciaCNN Brasilcoviddemitidofamosospronunciatratamento precoce
ANTERIOR

Globo exibe o filme ‘Um Senhor Estagiário’ na Sessão da Tarde desta segunda (27)

PRÓXIMO

Ingrid Guimarães detona Nego do Borel após atitudes em ‘A Fazenda 13’: ”A velha história”

Da Redação

Da Redação

CompartilharTweetEnviarCompartilhar

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Fazer xixi na rua pode dar multa alta. Foto: FreePik

Cuidado! Fazer xixi na rua pode gerar multa alta!

14/02/2026
Mitos e verdades sobre uso de cloro na faxina. Foto: FreePik

Cloro é herói ou vilão? Entenda os riscos das misturas e quando ele deve ser usado

14/02/2026
Publicação de livros

Da primeira versão às livrarias: o que faz um livro ser um sucesso?

14/02/2026
Viagem no carnaval: o que fazer se sua hospedagem der errado? Foto: FreePik

Quarto dos sonhos virou pesadelo? Veja o que fazer se a hospedagem decepcionar no Carnaval

14/02/2026
Rita Batista. Foto: Carlos Sales

Rita Batista: “Aprendi com minha avó e minha mãe a ‘pedagogia do constrangimento’”

14/02/2026

Hábitos para melhorar a qualidade do sono

14/02/2026

GRUPO PERFIL – Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, Estados Unidos, Portugal e Índia

AnaMaria |  AnaMaria Receitas | Aventuras na História | CARAS | CineBuzz | Contigo | Máxima | Perfil Brasil | Recreio | SportBuzz | RSVP

Rede de sites parceiros:

Bons Fluidos | Holywood Forever TV  | Mais Novela | Manequim | Rolling Stone Brasil | Viva Saúde | FFW

PERFIL Brasil Av. Eusébio Matoso, 1.375 10º andar – CEP: 05423-905 | São Paulo, SP

Anuncie no Grupo Perfil +55 (11) 2197-2000 ou [email protected]

Clique aqui e conheça nosso Mídia Kit

Política de privacidade

Categorias

  • AnaMaria Testa
  • Astrologia
  • Atualidades
  • Beleza
  • Bem-estar e Saúde
  • Carreira
  • Casa
  • Comportamento
  • Dieta e Emagrecimento
  • Dinheiro
  • Diversos
  • DIY
  • Educação
  • Famosos
  • Maternidade
  • Moda
  • Programação da TV
  • Relacionamento
  • Tecnologia

Direitos Autorais Grupo Perfil. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Perfil.com Ltda.

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas