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Você no azul: Cartão de crédito

Marcela Kawauti* Por Marcela Kawauti*
06/11/2015
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Estou devendo R$ 10 mil no cartão. O único bem que tenho é um carro, que custa uns R$ 25 mil, mas não gostaria de me desfazer dele, pois uso todo dia para trabalhar. O crédito consignado é a melhor opção? Que cuidados devo tomar?” 
L.M., por e-mail
É mesmo uma boa ideia se livrar das dívidas do cartão de crédito assim que possível. De acordo com o Banco Central, a taxa de juros média nesse caso está acima de 400% ao ano. Isso quer dizer que, se você não pagar o que está devendo hoje, após um ano 
a dívida será de quase R$ 50 mil! Para não cair nessa roubada, é sempre uma boa alternativa vender um bem para cobrir a dívida com o valor recebido. No seu caso, a venda do carro geraria, inclusive, um valor maior do que o seu débito. Com os R$ 15 mil restantes, dá até para comprar um automóvel usado para o dia a dia. Além disso, com dinheiro na mão você tem mais chances de negociar com a operadora de cartão um desconto para quitar a dívida de uma única vez. Se, ainda assim, você não cogita a opção de se desfazer do carro e não tem outro bem que possa ser vendido para esse fim, o crédito consignado é, sim, uma boa opção. Você até pode contratar esse novo empréstimo para pagar a dívida anterior, mas lembre-se: mesmo que as taxas de juros no consignado sejam muito menores do que as do cartão de crédito, você ainda terá uma dívida a pagar. Os juros nesse caso seriam em média de 27,8% – tomando emprestado R$ 10 mil hoje, em um ano você pagará quase R$ 12,8 mil. E se as parcelas não forem quitadas na data, haverá ainda os juros adicionais sobre o atraso. Por isso, muito cuidado!  Se trocar o tipo de dívida for mesmo a opção escolhida, planeje-se para honrar as mensalidades e se livrar de uma vez por todas dessa preocupação. 
Somente para emergências
Apesar dos juros altíssimos, o cartão pode ser uma opção em alguns casos: como numa emergência ou para o parcelamento de um produto mais caro. Imagine se você fica doente e precisa gastar um dinheirão na farmácia justo no final do mês. Ou se a geladeira quebra e você não tem todo o dinheiro para uma nova. Esses são dois exemplos do bom uso do cartão. Se usar com moderação, você não se afunda!
Efeito bola de neve
Você sabe o que significa quando alguém diz que as dívidas do cartão são como uma bola de neve? É que quando não quitamos a fatura ou se pagamos somente o mínimo, conhecido como rotativo, as taxas de juros cobradas são extremamente altas e acabam fazendo com que o seu débito cresça rapidamente, assim como uma bola de neve numa avalanche. 
* Marcela Kawauti é formada em economia pela USP e tem mestrado na FGV. Com mais de dez anos de experiência na área, é economista-chefe do SPC Brasil e colaboradora do portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz.
Envie suas perguntas para Marcela Kawauti pelo e-mail [email protected]
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A prática de pausar o trabalho de forma estratégica começou a ser estudada com mais profundidade a partir da observação da fadiga mental em ambientes industriais e administrativos. Pesquisadores perceberam que longos períodos de concentração contínua levavam à queda de desempenho, mesmo entre profissionais experientes. A produtividade não cai por falta de esforço, mas por excesso de desgaste cognitivo. O que acontece no cérebro quando o trabalho não tem pausas? Quando o cérebro permanece focado por muito tempo em uma única tarefa, ocorre uma sobrecarga dos sistemas responsáveis pela atenção. Isso reduz a capacidade de concentração, aumenta a sensação de cansaço e eleva a chance de erros simples. A ausência de pausas também afeta a memória de curto prazo e a tomada de decisões. Além disso, a fadiga mental prolongada está associada à queda de motivação e à procrastinação. Sem pausas, o cérebro passa a operar em modo defensivo, buscando distrações para aliviar o esforço excessivo. Esse comportamento é comum em jornadas longas e mal organizadas. Quais tipos de pausas realmente ajudam a produzir mais? As pausas mais eficazes são aquelas curtas e intencionais, que permitem descanso mental sem quebrar totalmente o ritmo do trabalho. Caminhar por alguns minutos, alongar o corpo ou apenas mudar o foco visual já traz benefícios. O importante é se afastar temporariamente da tarefa principal. Pausas muito longas ou associadas a estímulos excessivos, como redes sociais, podem ter efeito contrário. O objetivo da pausa produtiva é restaurar a atenção, não substituí-la por outra fonte de exaustão. Pequenas interrupções, quando bem usadas, ajudam a retomar o trabalho com mais clareza. Como essas pausas influenciam a produtividade no dia a dia? Ao inserir pausas regulares na rotina, o trabalhador mantém níveis mais estáveis de energia ao longo do dia. Isso reduz picos de cansaço no meio da tarde e melhora a consistência do desempenho. A produtividade deixa de depender apenas de força de vontade. Outro ponto relevante é a prevenção do esgotamento mental. Pausas frequentes diminuem a sensação de sobrecarga, o que impacta diretamente a qualidade do trabalho entregue. Profissionais que descansam melhor tendem a ser mais criativos e eficientes. Quais erros comuns atrapalham o efeito das pausas no trabalho? Um erro frequente é pular pausas em nome da urgência, acreditando que trabalhar sem parar gera mais resultados. Na prática, isso costuma provocar o efeito oposto, com queda de rendimento ao longo do dia. A produtividade passa a oscilar e o tempo total de execução aumenta. Outro equívoco é transformar a pausa em mais uma atividade estressante. Responder mensagens, checar notificações ou resolver pendências durante o descanso não permite recuperação mental. A pausa precisa ser simples, curta e realmente desconectada da pressão produtiva. O que podemos aprender sobre pausas e produtividade no trabalho? A principal lição é que produtividade sustentável depende de equilíbrio, não de esforço contínuo. Trabalhar melhor não significa trabalhar sem parar, mas saber quando desacelerar para manter o desempenho. As pausas deixam de ser vistas como perda de tempo e passam a ser parte da estratégia. Ao respeitar os limites do corpo e da mente, o profissional preserva foco, energia e qualidade ao longo do dia. Inserir pausas conscientes na rotina é uma escolha simples que gera ganhos reais, tanto em resultados quanto em bem-estar. A produtividade cresce quando o descanso também é levado a sério.

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