O cenário escolhido não poderia ser mais simbólico. À beira-mar, com o som das ondas e a imensidão do horizonte como pano de fundo, Bruna Zanardo apresenta mais do que um ensaio fotográfico: revela um momento de transição, autoconhecimento e reposicionamento pessoal e profissional.
Modelo, atriz e influenciadora, Bruna vive hoje uma etapa marcada por escolhas mais conscientes e por um olhar mais gentil sobre si mesma. O ensaio na praia traduz essa fase com naturalidade — uma mulher que compreende sua própria imagem, respeita seus tempos e se permite viver com mais leveza, sem abrir mão da autenticidade.

“Esse ensaio representa um recomeço vivido com mais calma e consciência. A praia me traz essa sensação de liberdade e verdade, de estar em contato comigo mesma. Profissionalmente, é uma fase em que entendo melhor minha imagem e a uso de forma mais madura. Pessoalmente, é um momento de viver com menos cobrança e mais presença.”

Esse novo momento marca também uma virada importante em sua trajetória. Bruna retorna ao universo dos concursos amparada por uma mudança significativa no Miss Universo, que hoje não restringe idade nem padrões. A atualização das regras amplia possibilidades e legitima trajetórias que fogem de um único molde, valorizando mulheres mais experientes, seguras e conscientes de seus propósitos.
“Voltar depois dos 30 é libertador. É retornar mais segura, mais consciente do que quero representar. Não é sobre idade, é sobre potência — sobre ocupar espaços com verdade.”
A transformação não aconteceu de forma apressada. Pelo contrário: foi construída com tempo, aprendizado e escuta interior. Para Bruna, esse recomeço não representa uma ruptura com o passado, mas a soma de tudo o que viveu até aqui — uma bagagem que fortalece sua presença e aprofunda seu propósito.

“Aprendi que não preciso ter pressa. Cada fase tem seu tempo. Hoje sei que posso ocupar meus espaços sendo quem eu sou, sem negociar minha essência.”
Entre o mar, a carreira e os novos desafios que se desenham no horizonte, Bruna Zanardo mostra que recomeçar também é um ato de coragem — e, sobretudo, de fidelidade a si mesma.









