Com linguagem simples, direta e ao mesmo tempo cheia de significado, Malagueta Sensitivo vem se tornando um dos nomes mais conhecidos quando o assunto é espiritualidade moderna no Brasil. Sua proposta é descomplicar o universo místico e mostrar que ele pode ser um caminho de autoconhecimento, orientação e equilíbrio — sem preconceitos e sem mistérios inacessíveis.
O interesse de Malagueta pelo mundo espiritual começou cedo. Filho de uma bruxa, ele teve seus primeiros contatos com práticas e rituais ainda na infância, por volta dos nove anos. Ao longo dos anos, uniu sensibilidade mediúnica, conhecimento ancestral e uma comunicação contemporânea, que conversa com diferentes públicos sem perder respeito às tradições. Para ele, espiritualidade não é sinônimo de religião específica — é um processo pessoal, que pode caminhar lado a lado com qualquer crença.
Além do trabalho com consultas e orientações espirituais, Malagueta conquistou espaço na mídia e entre famosos. Já atendeu celebridades como Gretchen e Narcisa Tamborindeguy, além de casais do universo do funk. Na internet, apresenta o podcast “Toque de Magia”, no qual recebe influenciadores e personalidades para conversas leves, profundas e cheias de reflexões sobre fé, energia e propósito. Sua presença também já marcou programas de TV em rede nacional, participações em podcasts e parcerias com nomes como Sérgio Mallandro e Nany People.

Entre os temas que aborda estão signos, tarô, cartas ciganas, banhos energéticos, simpatias, Wicca, bruxaria moderna, umbanda, orixás e tradições africanas, sempre com uma proposta didática e sem tabus. O diferencial de Malagueta está justamente na forma de comunicar: ele traduz assuntos complexos para a linguagem do cotidiano, dialogando com quem já tem familiaridade com o tema — e também com quem está dando os primeiros passos.
Carismático, respeitoso e com ótima presença diante das câmeras, Malagueta Sensitivo segue ampliando seu público e reforçando sua mensagem principal: espiritualidade é um convite para olhar para dentro, cuidar de si e viver com mais consciência — cada um do seu jeito, no seu tempo.








