Iniciativa liderada por Adriana de Araújo conecta pessoas com deficiência e mães atípicas ao mercado global, reposicionando a inclusão com estratégia.
Apesar de avanços no debate sobre diversidade, dados do IBGE e da OIT mostram que pessoas com deficiência ainda enfrentam taxas mais altas de desemprego e subutilização no mercado de trabalho, enquanto mães atípicas, mulheres que cuidam de filhos com deficiência, frequentemente são empurradas para fora da vida profissional após o diagnóstico dos filhos. Nesse cenário, iniciativas que vão além do discurso e geram impacto concreto têm ganhado relevância no Brasil e no exterior.
É nesse contexto que a empresária Adriana de Araújo vem se consolidando como um dos principais nomes do país quando o assunto é inclusão com impacto real e alcance global. Seu trabalho conecta pessoas com deficiência e mães atípicas, historicamente invisibilizadas pela sociedade, a marcas globais, transformando pautas sociais em oportunidades concretas de trabalho, renda e protagonismo.
A trajetória do projeto nasce da própria vivência da empresária. A partir da maternidade atípica, Adriana passou a questionar não apenas o lugar social reservado às pessoas com deficiência, mas também o destino imposto a muitas mulheres que, após o diagnóstico dos filhos, acabam afastadas do mercado de trabalho e da vida social. A experiência pessoal se transformou em visão estratégica.
Com esse olhar, ela estruturou um movimento que une propósito, mercado e imagem. Mais do que criar conexões profissionais, Adriana levou a pauta da inclusão para espaços de grande visibilidade nacional e internacional, promovendo eventos que ocuparam palcos como a Fashion Week e reuniram artistas, influenciadores e lideranças. A estratégia ampliou o alcance da discussão, inserindo a inclusão no centro do debate cultural e econômico.
Essas ações ajudaram a mudar a narrativa dominante. Pessoas com deficiência e mães atípicas passaram a ocupar o centro da cena não como exceção ou ação simbólica, mas como protagonistas reconhecidos por sua capacidade, talento e preparo para o mercado de trabalho.
Hoje, o trabalho desenvolvido por Adriana é visto como um divisor de águas ao reposicionar esses grupos dentro de uma lógica global de inclusão produtiva. Nesse modelo, diversidade deixa de ser apenas um valor institucional e passa a ser entendida como inteligência social, inovação e estratégia de futuro.
“Talento não tem laudo. Mãe atípica não é invisível. Inclusão global de verdade é aquela que gera trabalho, dignidade e pertencimento.”








