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Início Bem-estar e Saúde

Como será a cirurgia das filhas de Virginia Fonseca? Entenda por que problemas respiratórios afetam o sono infantil

Ronco, sono fragmentado e respiração pela boca podem indicar alterações que interferem no desenvolvimento das crianças

Lígia Menezes Por Lígia Menezes
17/01/2026
Em Bem-estar e Saúde
Entenda a cirurgia que os filhos de Virgínia farão. Foto: Reprodução

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Dificuldade para dormir, ronco frequente e noites agitadas chamaram a atenção de Virginia Fonseca para a saúde das filhas Maria Alice, de 4 anos, e Maria Flor, de 3. Após observar os sinais, a influenciadora contou que as meninas precisarão passar por cirurgia para correção da adenoide e retirada das amígdalas, estruturas localizadas atrás do nariz e na garganta. A indicação ocorreu após a constatação de que o aumento desses tecidos vinha interferindo diretamente na qualidade do sono das crianças.

Situações como essa são mais comuns do que parecem e ajudam a acender um alerta importante para pais e responsáveis. Alterações respiratórias na infância não afetam apenas o descanso noturno, mas podem comprometer crescimento, aprendizado, comportamento e desenvolvimento facial.

Quando o ronco infantil deixa de ser normal

Embora o ronco seja frequentemente associado a adultos, ele também ocorre em crianças e não deve ser ignorado quando é persistente. O aumento das amígdalas e adenoides dificulta a passagem do ar pelo nariz, fazendo com que a criança passe a respirar pela boca, especialmente durante o sono.

Esse padrão respiratório favorece despertares frequentes, sono agitado e sensação de cansaço ao longo do dia. Em alguns casos, a criança acorda várias vezes durante a madrugada, fala dormindo ou apresenta dificuldade para manter um sono profundo e contínuo.

Respirar pela boca não é normal e pode esconder problemas sérios

A respiração bucal frequente não é considerada fisiológica. Segundo Kátia Virginia, otorrinolaringologista do HOPE – Hospital de Olhos de Pernambuco, esse comportamento indica que algo está impedindo a respiração nasal adequada.

“Respirar pela boca não deve ser considerado normal. Se for um hábito frequente, é preciso investigar as causas e tratar o quanto antes. Prevenir complicações futuras, garantir boa oxigenação e melhorar a qualidade de vida são benefícios importantes que vêm com o diagnóstico precoce”, explica Juliana Benine Warlet, coordenadora do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera.

“A respiração oral não é fisiológica. Isso significa que, quando a criança respira pela boca, algo está impedindo que a respiração nasal, que é a natural e saudável, aconteça de forma adequada. Essa condição pode provocar alterações no desenvolvimento da criança, afetando desde o sono até a estrutura facial”, acrescenta Kátia.

Entre as causas mais comuns estão rinite alérgica, aumento das adenoides, hipertrofia das amígdalas e desvio de septo. Os sinais aparecem no dia a dia. “Dormir com a boca aberta, babar excessivamente à noite, roncar, fazer pausas na respiração durante o sono, apresentar sono agitado ou manter a boca constantemente aberta são alguns dos indícios. Também é comum que a criança tenha a voz fanhosa”, detalha Kátia.

Impactos no crescimento, aprendizado e comportamento

A respiração bucal prolongada pode comprometer etapas fundamentais do desenvolvimento infantil. “Sessenta por cento do crescimento craniofacial ocorre até os 4 anos de idade, e 90% até os 12 anos. Quando a criança respira pela boca, há aumento da resistência nasal, o que afeta diretamente esse processo”, afirma a otorrinolaringologista.

Segundo ela, as consequências vão além da estética facial. “Isso pode resultar em alterações na estrutura do rosto, da dentição e também prejudicar o sono, o humor, o aprendizado, o comportamento e até o crescimento físico, o chamado crescimento pondoestatural”, reforça.

Além disso, crianças que respiram mal durante o sono podem apresentar irritabilidade, dificuldade de concentração, queda no rendimento escolar e alterações no comportamento social.

Relação com apneia do sono na infância

Um dos quadros mais preocupantes associados à respiração bucal é a Apneia Obstrutiva do Sono. Nessa condição, a respiração é interrompida repetidamente durante o sono, prejudicando a oxigenação do organismo.

“Esse distúrbio pode reduzir a produção do hormônio do crescimento, que é liberado principalmente durante o sono profundo. Como consequência, pode haver impacto direto no desenvolvimento físico da criança”, alerta Kátia. Diferentemente dos adultos, a criança nem sempre apresenta sonolência durante o dia. “Ela pode manifestar hiperatividade, agressividade, isolamento social e dificuldades de aprendizagem”, completa.

Quando a cirurgia é indicada

Quando o aumento das amígdalas e adenoides compromete de forma significativa a respiração e a qualidade do sono, a cirurgia passa a ser considerada. O objetivo é desobstruir as vias aéreas, permitindo que a criança volte a respirar pelo nariz e tenha um sono mais profundo e restaurador.

A indicação é feita após avaliação clínica e exames específicos. “Um dos exames mais utilizados é a nasolaringofibroscopia, realizada no consultório com uma fibra óptica flexível, que permite visualizar as vias aéreas de forma confortável e segura”, explica a especialista. Dependendo do caso, exames do sono, testes alérgicos e avaliações complementares podem ser necessários.

Diagnóstico precoce faz diferença

Identificar precocemente alterações respiratórias na infância é fundamental para evitar impactos a longo prazo. “Se a criança está respirando pela boca com frequência, sem estar gripada, apresenta dificuldades escolares, alterações de comportamento ou crescimento, é hora de procurar um otorrinolaringologista”, orienta Kátia.

O tratamento é individualizado e pode envolver uma equipe multidisciplinar, com acompanhamento de odontopediatra, ortodontista, fonoaudiólogo e outros especialistas, conforme a necessidade.

Resumo:
Ronco persistente, sono agitado e respiração pela boca não devem ser considerados normais na infância. Esses sinais podem indicar alterações como aumento das amígdalas e adenoides, impactando sono, crescimento e aprendizado. Diagnóstico e tratamento precoces ajudam a preservar o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança.

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Tags: Adenoidecirurgiafilhas da virginia
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Lígia Menezes (@ligiagmenezes) é jornalista, pós-graduada em marketing digital e SEO, casada e mãe de um menininho de 3 anos. Autora de livros infantis, adora viajar e comer. Em AnaMaria atua como editora e gestora. Escreve sobre maternidade, família, comportamento e tudo o que for relacionado!

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