domingo,5 julho , 2026
Revista Ana Maria
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas
Revista Ana Maria
Sem resultado
Veja todos os resultados

Ex-ministro da Fazenda Eduardo Guardia morre aos 56 anos

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília Por Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília
11/04/2022
Em Últimas Notícias
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Share on FacebookShare on TwitterEnviarEnviar

O economista e ex-ministro da Fazenda Eduardo Refinetti Guardia morreu hoje (11) aos 56 anos. A morte foi confirmada pela assessoria do banco de investimentos BTG Pactual, onde ele trabalhava. A família não autorizou a divulgação da causa do óbito.

Ministro da Fazenda no final do governo Michel Temer, Guardia comandou a pasta entre abril e dezembro de 2018, após Henrique Meirelles deixar o ministério para concorrer às eleições presidenciais daquele ano. Cerca de 45 dias após assumir o cargo, Guardia enfrentou o maior desafio na pasta, ao negociar um subsídio temporário para o diesel para pôr fim à greve dos caminhoneiros.

PROPAGANDA

No fim de 2018, Guardia coordenou a transição na área econômica para o ministro da Economia, Paulo Guedes. De maio de 2016 a abril de 2018, ocupou a Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, o segundo cargo mais importante da pasta. Nessa função, ele ajudou a elaborar políticas como o teto federal de gastos e a tentativa de reforma da Previdência do governo Michel Temer, que teve alguns pontos aproveitados na proposta aprovada em 2019.

Conhecido pelo caráter técnico, Guardia chegou a ganhar o apelido de “Senhor Não”, por causa da recusa em negociar propostas com o Congresso Nacional que não consideravam o impacto sobre as contas do governo. Para viabilizar o subsídio ao diesel após a greve dos caminhoneiros, o ministro exigiu um cronograma de reversão da desoneração da folha de pagamentos. Guardia também participou das negociações para a revisão do contrato da cessão onerosa do petróleo da camada pré-sal.

PROPAGANDA

Em nota, o Ministério da Economia lamentou a morte de Guardia e manifestou solidariedade aos amigos e parentes do ex-ministro. Segundo a pasta, o ministro Paulo Guedes destacou a contribuição do ex-ministro no período de transição para o governo atual.

“Durante sua trajetória pública, a atuação de Guardia foi fundamental na construção de soluções importantes para a economia brasileira. O ex-ministro sempre se notabilizou pelo trabalho incansável, a gentileza no trato e o permanente espírito público, inspirando todas as equipes que liderou”, ressaltou o comunicado.

PROPAGANDA

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, também lamentou a morte do ex-ministro. “Com 56 anos, Guardia acumulou vasta experiência nos setores público e privado, onde pôde desempenhar suas funções com excelência e espírito de equipe. Na transição entre os governos Temer e Bolsonaro, Guardia sempre agiu com um viés construtivo”, ressaltou Campos Neto, em nota.

TRAJETÓRIA

Doutor pelo Instituto de Pesquisas Econômicas da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, Guardia alternou passagem entre os setores público e privado ao longo de sua carreira. Secretário do Tesouro Nacional entre maio e dezembro de 2002, ocupou a Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo de 2003 a 2005 e a presidência do Conselho de Administração antigo banco estadual Banco Nossa Caixa, de 2004 a 2006.

De 2010 a 2016, o ex-ministro trabalhou na BMF&Bovespa, atual B3, a bolsa de valores brasileira. De junho de 2010 a abril de 2013, trabalhou como diretor-executivo financeiro. De maio de 2013 a maio de 2016, foi diretor-executivo de produtos.

Ao voltar para o setor público como secretário executivo do Ministério da Fazenda, em junho de 2016, também foi presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil e membro do Conselho de Administração da mineradora Vale, onde representava o governo. Guardia ficou no Banco do Brasil até abril de 2017. Na mineradora Vale, ficou até o início de 2019.

Ao sair do governo, Guardia cumpriu quarentena de seis meses e assumiu, em julho de 2019, o posto de sócio e de diretor-executivo do BTG Pactual Asset Management, gestora de investimentos do banco BTG Pactual. Estava no cargo até agora.

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília

CompartilharTweetEnviarCompartilhar

GRUPO PERFIL – Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, Estados Unidos, Portugal e Índia

AnaMaria |  AnaMaria Receitas | Aventuras na História | CARAS | CineBuzz | Contigo | Máxima | Perfil Brasil | Recreio | SportBuzz | RSVP

Rede de sites parceiros:

Bons Fluidos | Holywood Forever TV  | Mais Novela | Manequim | Rolling Stone Brasil | Viva Saúde | FFW

PERFIL Brasil Av. Eusébio Matoso, 1.375 10º andar – CEP: 05423-905 | São Paulo, SP

Anuncie no Grupo Perfil +55 (11) 2197-2000 ou [email protected]

Clique aqui e conheça nosso Mídia Kit

Política de privacidade

Categorias

  • AnaMaria Testa
  • Astrologia
  • Atualidades
  • Beleza
  • Bem-estar e Saúde
  • Carreira
  • Casa
  • Comportamento
  • Dieta e Emagrecimento
  • Dinheiro
  • Diversos
  • DIY
  • Educação
  • Famosos
  • Maternidade
  • Moda
  • Programação da TV
  • Relacionamento
  • Tecnologia

Direitos Autorais Grupo Perfil. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Perfil.com Ltda.

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas