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Início Dicas de Beleza

Saiba dicas de como acertar na hora de misturar estilos no visual

Raquel Borges Por Raquel Borges
25/08/2022
Em Dicas de Beleza
Pixabay/danielsampaioneto

Pixabay/danielsampaioneto

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O universo da moda evoluiu bastante e parte dessa evolução se dá com a queda de algumas regras de estilo ultrapassadas. Alguns mandamentos do mercado não deixavam que as pessoas fossem elas mesmas e vestissem peças que as fizessem sentir-se bem. Porém, isso mudou e as pessoas não querem apenas criar seu próprio estilo, e sim ficarem à vontade com ele. 

De acordo com a consultora de moda, Camila Cavalcante, essas mudanças são necessárias para que todos os corpos se sintam abraçados e representados. Para ela, a quebra de alguns desses paradigmas foi importante para que a moda se tornasse mais diversa e passasse a olhar melhor para as diferenças: “Algumas regras da moda estão, literalmente, fora de moda. 

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Vivemos uma era de desenvolvimento do estilo pessoal. Não podemos limitar as pessoas pela profissão, idade ou até mesmo pelo tipo de corpo. Elas precisam de autonomia para usar o que e como quiserem. Precisamos entender os conceitos e como nos sentimos melhor com nossa silhueta ao nos olharmos no espelho. 

LeiaMais

O autocuidado fora das redes sociais está ligado à capacidade de sustentar o próprio bem-estar no cotidiano, mesmo quando isso não gera validação externa. Ele envolve práticas como manter uma rotina minimamente organizada, dormir com regularidade, alimentar-se melhor e reconhecer os próprios limites, atitudes que raramente aparecem em fotos ou vídeos, mas fazem diferença real ao longo do tempo. Por que o autocuidado mostrado nas redes é apenas uma parte da realidade? O conteúdo sobre autocuidado nas redes sociais costuma destacar apenas ações visualmente agradáveis, como produtos de beleza, banhos relaxantes ou momentos de lazer esteticamente planejados. Esses elementos existem, mas representam apenas uma fração do cuidado necessário para manter equilíbrio físico e emocional no dia a dia. Além disso, as redes não mostram o esforço contínuo, o cansaço mental, a disciplina para manter hábitos saudáveis nem as frustrações envolvidas no processo. Essa ausência cria uma expectativa irreal, levando muitas pessoas a acreditarem que estão falhando quando, na verdade, estão apenas vivendo a parte invisível do autocuidado. Quais hábitos silenciosos sustentam o autocuidado real? Entre os hábitos mais importantes estão dormir o suficiente, manter horários regulares e reduzir excessos, especialmente no uso de telas e estímulos digitais. Essas práticas fortalecem o corpo e a mente de forma gradual, mesmo sem gerar sensação imediata de prazer ou recompensa visual. Outro ponto essencial é aprender a desacelerar sem culpa. Descansar de verdade, permitir pausas mentais e respeitar sinais de esgotamento são atitudes fundamentais que raramente são associadas ao autocuidado nas redes, mas sustentam o bem-estar a longo prazo. Como estabelecer limites se torna um ato de autocuidado? Estabelecer limites claros é uma das formas mais eficazes de autocuidado, ainda que seja desconfortável em um primeiro momento. Dizer não a compromissos excessivos, demandas constantes ou expectativas irreais protege a energia física e emocional necessária para o cotidiano. Além disso, limites digitais também são essenciais. Reduzir comparações, controlar o tempo de exposição às redes sociais e filtrar conteúdos ajuda a diminuir ansiedade e frustração, criando uma relação mais saudável consigo mesmo e com o próprio ritmo. Por que o autocuidado verdadeiro exige constância e não perfeição? O autocuidado real não acontece em ações isoladas, mas na repetição de pequenas escolhas ao longo do tempo. Conversar sobre sentimentos, buscar ajuda quando necessário e reconhecer emoções difíceis fazem parte desse processo contínuo e silencioso. Ignorar sinais de estresse, exaustão ou ansiedade compromete todo o equilíbrio emocional. Reconhecer limites não é fraqueza, mas uma estratégia de manutenção da saúde mental que permite atravessar fases difíceis com mais estabilidade. O que muda quando o autocuidado deixa de ser performance? Quando o autocuidado deixa de ser uma performance para as redes, ele se torna mais simples, acessível e sustentável. Pequenas decisões diárias passam a ter mais valor do que ações pontuais voltadas apenas para aparência ou validação externa. No longo prazo, o autocuidado real fortalece a autonomia, reduz a dependência de soluções rápidas e ajuda a construir uma relação mais honesta consigo mesmo. Ele não precisa ser exibido, apenas praticado de forma consistente e consciente.

O autocuidado real começa longe das redes sociais e com pequenas ações mais fáceis de aplicar do que você imagina

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Não precisamos de regras, precisamos de informações de qualidade, leituras visuais, entender o motivo de não nos sentirmos bem com determinada peça. Precisamos nos conhecer, e isso é a garantia para você se sentir bem. Reconheça suas características, se aceite e use tudo o que quiser”, conclui.

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Vestido não combina com tênis 

Esse é um outro grande mito da moda. Os modelos casuais de vestido combinam e ficam perfeitos com tênis. “Pode inclusive ser uma excelente opção para ficar feminina e elegante, sem ter que abrir mão do conforto. A combinação é perfeita para passeios no shopping ou até mesmo para turistar por aí!”, revela Camila.

‘Regras” em desuso 

Camiseta, legging e tênis são exclusivos para exercícios físicos O hi-lo e o street style contribuíram para a queda desse tabu, explica a profissional. Segundo ela, é possível combinar peças esportivas com roupas do dia a dia por serem confortáveis e ter aquele toque despojado.

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Pessoas gordas devem usar preto

Essa é uma das normas mais ultrapassadas que há. Camila explica que o preto diminui visualmente a silhueta, mas, se usado em uma modelagem errada, em vez de valorizar, ele vai impactar negativamente. Mais importante que tentar esconder o corpo é descobrir as cores que combinam e, de forma estratégica, usá-las a seu favor. “Essa foi uma regra tão falada, tão estimulada que as pessoas têm dificuldade de usar outras cores. É importante vestir aquilo que a faz se sentir bem”.

Moletom não cai bem com salto

Um conceito superatual, chamado high and low, prega a combinação de uma peça mais esportiva, como o moletom, com uma mais clássica e elaborada. O importante é inserir elementos esportivos e clássicos no look para criar uma conexão entre as peças e deixar o visual harmônico: calça de moletom jogger com camiseta, blazer e scarpin, por exemplo.

Bolsa precisa combinar com o sapato

Essa foi uma regrinha de moda muito famosa na década de 1990. Já nos anos 2000, foi considerada “brega” combinar bolsa e sapato. Hoje, no entanto, na era do desenvolvimento de estilo pessoal, descobrimos que uma das formas de manter a harmonia no look pode ser a repetição. Portanto, combinar bolsa e sapato pode, sim, deixar o visual mais harmônico. “Porém, nada é taxativo. Podemos usar bolsa e sapatos de cores diferentes e deixar o look bem interessante visualmente, sem perder a harmonia visual”.

Calça branca engorda

Camila explica que o branco realmente expande visualmente a silhueta, porém o fato é que, se você tem um quadril mais estreito, corpo triângulo invertido ou retângulo, essa cor pode valorizar a silhueta. “Quem tem quadril mais largo também pode usar calça branca. Uma terceira peça mais alongada possibilita você a usar o branco tranquilamente”.

Não misture metais de cores diferentes

Os metais são neutros, combinam com qualquer cor de roupa e estampa e têm o poder de deixar um look básico mais interessante. Quer um look clean, em cores neutras, mas sem ficar sem graça? Aposte no mix de metais para acompanhar!” finaliza.

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