Hoje em dia vemos cada vez mais pessoas se adotando o cardápio vegetariano e deixando de lado o consumo de proteína animal. Os motivos para essa mudança de estilo de vida são diversos e vão desde o bem estar dos animais até a sustentabilidade e o aquecimento global. E, por conta da popularização dessa dieta, diversos movimentos foram criados para incentivar cada vez mais o vegetarianismo pelo mundo.
Um exemplo concreto é o dia mundial sem carne que foi criado pela FARM, uma ONG dos Estados Unidos, e tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre os efeitos do consumo de carne no mundo. Outro movimento muito famoso é o da “segunda sem carne”, também criada nos EUA e trazida para o Brasil em 2009. Ele tem como objetivo incentivar o hábito de retirar a carne em, pelo menos, um dia na semana.
Além de ser um benefício para o meio ambiente, excluir a carne de suas refeições pode contribuir para a sua saúde também. Pesquisas apontam que o consumo frequente de carne aumenta as chances de problemas cardiovasculares. Sem contar que, em uma dieta vegetariana, legumes, frutas e vegetais recebem mais destaque, consequentemente se tornando uma dieta mais nutritiva.
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“Segunda sem carne” é um bom começo
É bem comum vermos vegetarianos que começaram a retirar a carne aos poucos, assim como o movimento “segunda sem carne” incentiva. De acordo com a estudante universitária Maria Carolina Barmakian, seu processo de se tornar vegetariana foi gradual e começou com a vontade de mudar o mundo. Hoje faz 3 anos que ela retirou a carne totalmente de suas refeições e a dica dela para quem quer começar a seguir esse caminho é de fazer aos poucos, sem mudanças radicais do dia para a noite. A sensação descrita por Maria Carolina é que quanto menos carne você come, menos você terá vontade de comer.
Selecione sua proteína animal menos predileta e esqueça dela.
Outra forma de começar é perceber se você come carne pelo sabor ou apenas pelo hábito. Se você tem alguma proteína animal que não faz falta, comece retirando-a de seu cardápio. Foi isso o que a estudante Maria Beatriz Giannini fez três anos atrás quando começou a ser vegetariana. Para ela o frango foi o primeiro a sair e aos poucos ela foi retirando as outras carnes e hoje não sente falta de nada.
A dieta é sua, quem faz as regras é você
Por mais que seja importante a orientação de um nutricionista ao mudar radicalmente a sua dieta, quem define qual proteína animal consumir ou não é você. Afinal, existem vários tipos de vegetarianismo para seguir:
- Ovolactovegetarianismo: todas as carnes são excluídas, apenas ovos e laticínios permanecem
- Lactovegetarianismo: todas as carnes são excluídas, apenas laticínios permanecem
- Ovovegetarianismo: todas as carnes e laticínios são excluídos, apenas ovos permanecem
- Vegetariano “parcial”: escolhem um ou dois tipos de carne para excluir do cardápio e mantém ovos e laticínio
- Veganismo: excluem todos os tipos de carnes e derivados de animais de suas dietas
Dessa forma, você consegue ajudar o planeta de uma maneira que é mais confortável para você, assim como a Maria Beatriz fez: ela abre exceção uma vez por mês para consumir peixes da culinária japonesa, algo que não conseguiu abrir mão (e tá tudo bem!).
Alimentação consciente e colorida!
Quando uma porta se fecha, outra se abre e nesse caso, são diversos os benefícios de abandonar as proteínas animal. Seus cardápios serão planejados e, dessa forma, haverá um envolvimento maior com a comida. Além disso, vegetarianos buscam nutrientes em alimentos diferentes fazendo com que seu menu seja cheio de novas opções deliciosas e bem nutritivas.

E para incentivar sua busca pelo vegetarianismo, o AnaMaria Receitas separou essa receita deliciosa de hambúrguer vegetariano de arroz com soja. Confira!
