Núbia Oliiver contou que passou por momentos de tensão após o carro em que viajava apresentar pane total no meio de uma rodovia, durante trajeto para Minas Gerais ao lado do noivo, o advogado Francisco Silva. Segundo a modelo, o veículo “travou completamente”, impedindo qualquer movimentação e até o acionamento do pisca-alerta.
De acordo com Núbia, os problemas começaram poucos dias após a retirada do automóvel, em 16 de maio de 2025. “Nos primeiros dias de uso já apresentou perda de potência no motor”, afirmou. Desde então, ela diz que o carro já retornou mais de dez vezes à assistência técnica para diferentes reparos.
A modelo relata dificuldade para conseguir atendimento e diagnóstico. Segundo ela, foi informada de que o prazo para avaliação poderia chegar a 30 dias, com até 10 dias apenas para análise inicial. Sobre o carro reserva, prometido no momento da compra, afirma que nunca teve acesso. “Só liberam após o diagnóstico. Quando poderiam liberar, dizem que o carro já está pronto”, declarou.
Entre os defeitos listados estão falhas no motor, na ignição eletrônica, problemas na suspensão, alertas no airbag, defeitos no sensor de presença, no sistema ABS, no radar e em módulos eletrônicos. Núbia afirma que, em algumas ocasiões, retirou o veículo da oficina e o problema voltou no dia seguinte.
Ela também conta que já precisou interromper uma viagem anterior com a família por falha na injeção eletrônica. “Perdemos um dia para resolver em outra cidade e poder seguir”, disse. No episódio mais recente, o carro teria apresentado pane mesmo após revisão e recall relacionado, segundo a modelo, a possíveis falhas nos cabos da bateria.
“Travou tudo: rodas, vidros e até o pisca-alerta. Não dava nem para sinalizar no meio da estrada”, afirmou. O socorro foi acionado pela concessionária da rodovia. De acordo com o relato, as rodas estavam travadas e a tentativa de religar o carro com bateria externa não funcionou.
Durante a espera pelo guincho, ela afirma ter vivido momentos de pânico. Diagnosticada com síndrome do pânico, condição que já tornou pública, disse que a situação agravou seu quadro. “Estou acamada devido ao fato. Nas crises altas ficamos imobilizados”, declarou.
Além do impacto na saúde, Núbia relata prejuízos financeiros e profissionais. “Tenho despesas de locomoção, perda de trabalhos e agora prejuízo na minha saúde”, afirmou. Ela diz que não pretende mais utilizar o veículo. “É arriscar minha própria vida e a da minha família.”
Até o momento, não houve posicionamento público da empresa responsável.








