Falta pouco para o público mergulhar em Batanga, o reino fictício que movimenta a novela ‘A Nobreza do Amor’, próxima aposta das seis da TV Globo. Com estreia marcada para 16 de março, a história nasce da imaginação de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Júnior, sob direção artística de Gustavo Fernández. No entanto, mais do que um cenário exuberante, Batanga se transforma no coração político e emocional da trama.
Localizado na costa ocidental da África, o reino carrega marcas do passado colonial português e celebra a retomada da liberdade após uma guerra liderada por Cayman II, vivido por Welket Bungué. Ao lado dele, Niara, interpretada por Erika Januza, representa força e ancestralidade. ‘A Nobreza do Amor’ promete unir identidade, poder e paixão em doses intensas.
Batanga: poder, ancestralidade e disputas em ‘A Nobreza do Amor’
Em tempos de paz, nasce a princesa Alika (Duda Santos), herdeira do trono. Entretanto, uma profecia muda o rumo da família real. Para proteger a dinastia, o rei decide prometer a filha em casamento ao primeiro-ministro Jendal, papel de Lázaro Ramos. Contudo, a jovem se rebela.
Além disso, a disputa pelo controle do tungstênio — base da economia de Batanga — intensifica o conflito. Alika convence o pai a negociar com turcos, representados por Marco Ricca e Rodrigo Simas, o que enfurece Jendal, aliado dos ingleses. Como resultado, ele articula um golpe, assume o trono e ordena a execução da família real.
No entanto, Alika aceita o casamento para salvar os pais. Ainda assim, ela planeja uma fuga estratégica. Durante a escapada, Cayman morre e confia à filha a missão de recuperar o trono. Antes de partir, ele revela o destino: o Brasil.

‘A Nobreza do Amor’ atravessa o oceano e conecta África e Nordeste
A partir daí, ‘A Nobreza do Amor’ ganha novos contornos. Alika e Niara chegam ao Rio Grande do Norte e seguem para o interior, onde encontram abrigo e aliados. Enquanto isso, Jendal consolida seu poder em Batanga, mas enfrenta resistência silenciosa.
Segundo Welket Bungué, a novela apresenta uma África plural, longe de estereótipos. Erika Januza reforça que o público verá uma herança africana misturada à cultura nordestina. Dessa forma, a produção amplia o debate sobre representatividade.
Resumo: A novela ‘A Nobreza do Amor’ apresenta Batanga, reino africano fictício marcado por disputas políticas e ancestralidade. Após um golpe, a princesa Alika foge para o Brasil e organiza a resistência. A trama mistura romance, ação e representatividade, conectando África e Nordeste.
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