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Início Entrevista

Rita Batista: “Aprendi com minha avó e minha mãe a ‘pedagogia do constrangimento’”

Após duas décadas no jornalismo e no entretenimento, Rita Batista se prepara para estrear como atriz em A Nobreza do Amor, trama que vai substituir Êta Mundo Melhor!, em março

Lígia Menezes Por Lígia Menezes
14/02/2026
Em Entrevista
Rita Batista. Foto: Carlos Sales

Rita Batista. Foto: Carlos Sales

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Por Renan Pereira e Lígia Menezes

Aos 46 anos, Rita Batista atravessa mais uma mudança decisiva na carreira. Depois de atuar por mais de duas décadas no jornalismo, no rádio e na televisão, com passagem por programas como É de Casa e Saia Justa, a apresentadora estreia em março agora como atriz na novela A Nobreza do Amor, próxima trama das seis da TV Globo. Para o novo papel, Rita passou por testes e seguiu todo o processo interno da emissora, marcando sua entrada oficial na teledramaturgia.

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Na entrevista, ela fala sobre lidar com o medo e o aprendizado que acompanha os recomeços, especialmente ao trocar o lugar de quem encara a câmera diretamente pelo de quem atua dentro da cena. Também comenta a decisão de ser mãe aos 38 anos, a divisão da rotina com o pai de seu filho, Martim, e a ausência de culpa diante de julgamentos sociais ainda dirigidos às mulheres.

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Rita aborda ainda temas que atravessam sua trajetória pública, como sexualidade, espiritualidade de matriz africana, racismo estrutural e autonomia sobre o próprio corpo.

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Você já fez duas transições de carreira, indo do jornalismo clássico ao entretenimento e, agora, à atuação. Como lida com o medo e as inseguranças do recomeço?

Quando a vida me apresentou essas chances de mudar do jornalismo clássico para o entretenimento, de mudar de estado, de mudar de emissora, por exemplo, ir para a TV Globo, foi uma super mudança. Eu estava quietinha aqui, sossegada em Salvador, em 2020, plena, vivendo a pandemia, sem saber ainda direito o que ia acontecer e, de repente, recebo uma ligação dizendo: “Você tem que estar aqui no dia 14 de dezembro.” Era dia 24 de novembro. E eu tenho uma máxima: cavalo selado não passa duas vezes na nossa frente. Então o que a gente faz? A gente monta e sai, mesmo que não seja uma excelente amazona.

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A gente vai aprendendo no trote, nesse cavalgar, como as coisas se dão, e vai aperfeiçoando à medida que vai fazendo, e claro, estudando e compreendendo a dinâmica daquela nova possibilidade de comunicar. 

Atuar sempre passou por mim. Agora passou e ficou. E vai ser massa! Eu acho que a vontade e o entusiasmo são maiores que os medos e as inseguranças. Eles sempre vão existir porque é desconhecido, é aquilo que você não sabe ainda como é. É algo que é novo. Então é claro que você tem as suas ressalvas, os seus receios e os seus resguardos quanto aquilo. Por exemplo, eu com meus 46 anos de idade, uma maturidade da idade mesmo, e a experiência profissional que tenho na TV, agora é outra ambiência, são outros ditames. Durante 22 anos eu encarei as câmeras, agora eu não vou encará-las, porque senão eu quebro a quarta parede. Isso é puro aprendizado. No teste, por exemplo, em vários momentos eu me pegava olhando para a câmera. E aí me lembrava: “não, aqui é dramaturgia”. 

Você já disse em entrevista que “fez tudo certinho”, referindo-se ao fato de que conquistou o papel fazendo o teste e seguindo o processo. Pode nos falar mais sobre isto?

A TV Globo nos dá essa possibilidade de fazermos migrações. Existem processos internos, migratórios e de oportunidades, para os quais as pessoas se candidatam. Há muita projeção de carreira nas áreas técnicas. Muitos assistentes de direção se tornam diretores e seguem para outras áreas. Foi isso que aconteceu comigo. Eu me candidatei a um teste. Esse teste foi para Nobreza do Amor. No dia e horário marcados, eu estava lá, fiz o teste e, em cerca de quinze dias, tive o resultado, que foi uma felicidade. Porque você nunca sabe se foi bem ou se não foi. É claro que você se esmera, dá o melhor, está com o texto decorado, entende que passou a emoção certa. Quando recebi a notícia, pensei: “Uau, que massa!”. Foi um misto de felicidade com uma sensação de satisfação.

Pode também falar sobre sua personagem em “A Nobreza do Amor”?

Eu não posso falar muito sobre a personagem, até porque eu ainda não sei muita coisa. As pessoas perguntam se ela é mocinha, bandida ou vilã e eu realmente não sei. Estamos em preparação. Outro dia recebi o nome dela e já fiquei emocionada com isso. Não sei em que núcleo vou estar exatamente, nem como vai ser. Tudo é novo. É a minha primeiríssima novela como personagem fixa, porque já fiz outras participações na Globo como em ‘Fuzuê’, ‘Vai na Fé’ e mais recentemente em ‘Dona de Mim’, participando como Rita Batista, apresentadora da TV Globo, nas duas vezes. Isso já começou a despertar ainda mais a vontade de atuar. Independentemente do tamanho que ela tiver, de como vai se comportar ou do que vai fazer. Estou muito animada.

Rita, você tem um quadro no Instagram chamado “Rita para Maiores”, que fala sobre sexualidade e outras questões. O que te motivou a falar sobre isto?

Eu falo de sexualidade desde sempre. Fui criada em escolas que tratavam disso de forma adequada às idades, obviamente, então isso nunca foi um assunto tabu para mim. Vejo que é um assunto tabu para a sociedade porque não se discute. Quando as crianças perguntam aos pais, muitos ficam constrangidos, como se não tivessem tido essas dúvidas quando eram crianças. Até pais que se consideram desconstruídos acabam se tornando mais conservadores depois que assumem o papel de pai e mãe. À medida que as dúvidas surgem na criança ou no adolescente, é preciso adequar a linguagem e falar o que for possível para a compreensão daquela dúvida. O que não pode é deixar o filho sem resposta ou permitir que ele aprenda de forma equivocada na internet ou com colegas. As escolas também devem tratar disso com naturalidade. 

O Rita Para Maiores surgiu das dúvidas dos meus ouvintes em relação a sexo. Foi um programa na Rádio Metrópole, em Salvador, transmitido pela internet, com duas horas de duração, uma vez por semana. Falávamos dos mais variados assuntos, com a presença de especialistas, artistas e participação constante do público. Depois levamos o projeto para a internet. Ainda vejo muita gente madura, que já se relacionou bastante, com questões básicas a respeito disso, com desconhecimento sobre o próprio corpo e o corpo do outro. Homens confundindo partes da anatomia feminina e achando que é somente um mexe aqui e mexe ali que está tudo certo. Acho que é necessário falar mais. Assim, quando formos para a prática, estaremos todos mais seguros do que estamos fazendo e entregues à descoberta do prazer. 

Eu lido muito bem com a minha sexualidade desde sempre. Acho importante se conhecer, se tocar. A masturbação faz parte desse processo de descoberta, especialmente para as mulheres. Ela amplia o repertório e ajuda a entender o próprio prazer, inclusive, zonas erógenas que o parceiro ou a parceira nem sempre reconhece.

Sobre maternidade, você decidiu ser mãe mais tarde, pesquisou sobre congelar os óvulos. Como foi fazer essa escolha?

Eu não congelei óvulos, fiz consultas para congelar. Quando suspendi o anticoncepcional, cerca de trinta dias antes de começar a modulação hormonal, eu engravidei. Depois de vinte anos tomando anticoncepcional, engravidei aos 38 anos de idade, de forma natural, em 2017. O Martim nasceu em novembro daquele ano. 

Essa é uma decisão muito pessoal. Não existe fórmula. É preciso entender a vontade e ouvir o corpo. Perguntar ao corpo o que ele quer naquele momento. Fazer consultas, exames, verificar hormônios, ultrassonografias. A partir disso, se houver um companheiro ou uma relação, o modelo dessa concepção também precisa ser decidido. Quem vai criar o filho, vivenciar a maternidade e maternar essa criança é a mulher. Acho muito desrespeitosa a interferência externa nas decisões das mulheres, algo que não acontece com os homens. Durante a gravidez, recebi pitacos de todos os lados, antes e depois do parto. A autonomia é da mulher! Os óvulos são seus, o útero é seu e o poder sobre o seu corpo também. A mulher não é um receptáculo. Mesmo durante a gravidez, ela continua sendo uma mulher inteira, com identidade própria, que não pode se perder nisso.

A rotina de seu filho Martim é compartilhada. Você sentiu-se culpada ou algum sentimento negativo por isso, já que nossa cultura tende a sempre colocar a mulher como responsável por todos os cuidados?

Nenhuma culpa. É claro que há pessoas caras na minha vida que me aconselham, que me dão dicas, e eu tenho atenção para essas pessoas. Mas, para o resto, entra por um ouvido e sai pelo outro, porque as pessoas têm mania de legislar sobre a vida dos outros e não cuidarem da sua própria. 

Outra máxima minha é essa: eu tenho cada vez mais certeza sobre a minha vida e acho cada vez menos sobre a vida dos outros. Porque, senão, a gente se ocupa da grama do vizinho e a nossa fica morrendo de sede. Quanto tempo você não molha suas plantas e fica invejando o jardim do outro? Então, eu não me sinto culpada em nada. 

Quando ele era menorzinho fui muito julgada. E tem uma coisa: você encontra um homem casado, que você sabe que tem filho, se divertindo, e ninguém pergunta com quem o filho dele está. Mas, se você encontrar uma mulher, geralmente nos momentos de lazer, vem a pergunta. E muitas vezes eu não sei. Está com o pai, está com a madrasta, está com o meu irmão, não sei onde ele está. Acho que a gente tem que lidar com o que vem para nos constranger, como mulheres e como mães, devolvendo o constrangimento. Isso eu aprendi em casa, com minha avó e minha mãe: a pedagogia do constrangimento. 

Minha mãe é psicopedagoga. Antes de alguém sonhar, pensar ou tentar lhe constranger, constranja primeiro. Nesse expediente da maternidade e da divisão de tarefas, o filho é dos dois. É óvulo e espermatozóide. Eu não tenho nenhuma culpa. Eu sei também que tive o privilégio de ter um ex-marido que cumpre o papel dele, que faz o que deve ser feito. Ele não merece um prêmio, um Oscar. Mas, num país onde 11 milhões de mulheres são mães solo, quando um homem cumpre o papel dele, às vezes ele é laureado.

Sobre beleza: pode nos falar tudo sobre sua rotina de cuidados com a pele, cabelo, corpo?

Hidratação interna e externa é fundamental. Eu me hidrato muito com água, faço água com sal marinho, que é um potente isotônico. Na pele, tenho meus creminhos. Nunca fiz preenchimento, fios, toxina botulínica ou bioestimulação de colágeno. Acho que ainda dá para segurar esse close do jeito que ele está. Tenho 46 anos de idade. A única coisa que fiz foi uma blefaroplastia inferior, por conta de bolsas de gordura hereditárias, que me davam um aspecto de cansaço. Fiz isso em 2005. 

No corpo, já fiz alguns procedimentos. Recentemente fiz uma bioestimulação de colágeno na barriga, mas meu problema com procedimentos estéticos é a periodicidade. Eu me perco e esqueço de voltar. Como não tenho disciplina para esse tipo de recurso, me dedico ao que posso fazer em casa: cremes, loções, hidratantes, consultas regulares com a dermatologista, uso de protetor solar e pouco sol, adoro um chapéu. 

No cabelo, invisto em hidratação, tanto em casa quanto no salão. Faço muitas tranças e tenho cuidado com a tração dos penteados para evitar problemas como alopécia de tração. Cabelo crespo resseca mais e exige atenção constante. Também considero importante manter atividade física regular, faço treinos semanalmente com personal, além de manter uma alimentação equilibrada.

Você é praticante do Candomblé. Já sofreu algum preconceito por isso?

Toda pessoa de santo, toda pessoa de religião de matriz africana sofre preconceito. O Brasil é um país muito doido, porque a gente acabou de sair das festas, com boa parte do povo fazendo simpatias: comendo lentilha, romã, uvas debaixo da mesa, fazendo simpatias diversas, indo ao mar, oferecendo coisas para Iemanjá, pulando sete ondinhas, vestindo branco, querendo saber qual orixá vai reger o ano. Mas, ao mesmo tempo, apesar da laicidade do Estado brasileiro, o país odeia as religiões de matriz africana, demoniza essas religiões e atribui a elas tudo o que há de ruim no mundo. No resto do ano, é como se não existíssemos. Ou, se existirmos, a nossa presença é quase uma afronta pessoal. Há grupos intolerantes, radicais, que discriminam e que, se pudessem, nos baniriam do mundo. Isso é algo que o Brasil precisa discutir e olhar no espelho. Entender de onde veio, compreender que um país laico precisa ser respeitado. Todas as pessoas que têm uma religião querem, em primeiro lugar, adorar aquilo em que acreditam como divindade e se irmanar no mundo. Não é ódio, é amor. É o primeiro ensinamento. Mas seguimos caminhando.

Rita Batista. Foto: Carlos Sales
Rita Batista. Foto: Carlos Sales

Sobre preconceitos, você já disse que soube desde criança que as coisas não seriam iguais para você. Mesmo assim, conquistou muitas coisas.  Acha que foi sorte ou garra? 

Um país que viveu 400 anos de escravidão, que foi o último país do Ocidente a abolir a escravidão, não sairia ileso dos frutos nocivos do preconceito e da discriminação racial. Quem nasce preto nesse país já sabe. As mães, os pais, os avós, os tios, a família vai avisando e protegendo. Vai dando ferramentas para lutar contra a discriminação racial e resguardando nos episódios que surgem ao longo da infância, da adolescência, da juventude e da vida adulta. A família é essa fortaleza, esse primeiro lugar de proteção. Depois vêm os outros meios sociais. A gente vai sobrevivendo e tentando se encontrar em ambientes muitas vezes hostis e inóspitos, mas onde também existem pessoas iguais a nós. Hoje, mais do que antes. A gente já sabe que as coisas não serão iguais para nós. 

As conquistas acontecem porque precisamos provar que somos três vezes mais. Uma pessoa branca mediana tira cinco e passa. A nossa média também é cinco, mas, sendo pessoas pretas, sabemos que, se não passarmos com sete ou oito, vão olhar torto e dizer que foi arrastado, que talvez não seja bom o suficiente. Isso explica a minha felicidade em ter passado no teste da novela. Voltar lá no início da conversa, e poder dizer “que massa, foi mérito meu!”

Quais sonhos ainda não se realizaram?

Eu tenho muitos sonhos. A minha vida é feita de milagres cotidianos. Eu sempre digo que pensar grande e pensar pequeno dá o mesmo trabalho, então pensemos grande. Pensar positivo e pensar negativo também dá o mesmo trabalho, então pensemos positivo. Este ano é o ano em que eu estou trabalhando o impossível na minha vida. Tem um mantra da Barra de Access que diz: O que mais é possível que eu nunca considerei porque parecia impossível? E esse é o mantra da Barra de Access que eu vou trabalhar o ano inteiro. Nada é impossível para quem crê. Principalmente para Deus. E, se somos feitos à imagem e semelhança dele, dela ou deles, isso depende da fé que cada um professa, acreditemos que somos divindade em pensamento. É assim que eu estou me comportando: vivendo o impossível.

A matéria acima foi produzida para a revista AnaMaria Digital (edição 1505, de 23 de janeiro de 2025). Se interessou? Baixe agora mesmo seu exemplar da Revista AnaMaria nas bancas digitais: Bancah, Bebanca, Bookplay, Claro Banca, Clube de Revistas, GoRead, Hube, Oi Revistas, Revistarias, Ubook, UOL Leia+, além da Loja Kindle, da Amazon. Estamos também em bancas internacionais, como Magzter e PressReader.

 

Produtora Executiva: Anne Pinto
Fotógrafo: Carlos Sales
Assistente Fotógrafo: Michelson  Ribeiro
Stylist: Ronaldo José
Assistente Stylist: Vivi Veloso
Maquiagem: Hávata Serena
Cabelo: Meu Afro | Tiago Costa
Social Media: Gabriela Nery
Estúdio: Studio Imaginar
Catering: Alma Culinária                                                                                                                                                  Assessoria de Imprensa: Melina Tavares Comunicação

 

Tags: entrevistaRita Batista
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Lígia Menezes (@ligiagmenezes) é jornalista, pós-graduada em marketing digital e SEO, casada e mãe de um menininho de 3 anos. Autora de livros infantis, adora viajar e comer. Em AnaMaria atua como editora e gestora. Escreve sobre maternidade, família, comportamento e tudo o que for relacionado!

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