A Globo surpreendeu o público ao exibir, no intervalo de Três Graças da última quarta-feira (21), a primeira chamada de A Nobreza do Amor, sua próxima aposta para a faixa das seis. A nova trama substitui Êta Mundo Melhor! em março e já chama atenção ao unir romance, conflitos políticos e encontros entre culturas diferentes. Desde os primeiros segundos do teaser, a emissora deixa claro que a história vai além de um amor impossível: ela fala de poder, pertencimento e escolhas que mudam destinos.
Ambientada na década de 1920, a trama começa no fictício reino africano de Batanga, abalado por uma grave crise política. É nesse cenário que Alika, vivida por Duda Santos, vê sua vida virar de cabeça para baixo ao se tornar alvo de uma conspiração liderada pelo ambicioso primeiro-ministro Jendal. Para escapar de um casamento forçado e salvar a própria vida, a jovem princesa foge para o Brasil e passa a se esconder no interior do Rio Grande do Norte, onde assume uma nova identidade.

Ao mesmo tempo, o público conhece Tonho (Ronald Sotto), um trabalhador rural simples, mas com um passado que ele próprio desconhece. Sem saber que também carrega sangue nobre, ele cruza o caminho de Alika — agora Lúcia — e inicia um romance que promete ser o fio condutor da nova novela das seis, conectando dois mundos marcados por injustiças e disputas de poder.
A Nobreza do Amor aposta em romance e conflitos históricos
A força de A Nobreza do Amor está justamente na maneira como o texto mistura sentimentos íntimos e grandes embates políticos. Em Batanga, Jendal articula um golpe com o apoio de potências europeias interessadas nas minas de tungstênio do país. Para consolidar o plano, ele tenta se casar com Alika, que já estava prometida a Omar (Rodrigo Simas). No entanto, ao fugir, a princesa rompe não só um acordo político, mas também o destino que outros haviam traçado para ela.
Enquanto isso, no vilarejo fictício de Barro Preto, no Rio Grande do Norte, Alika encontra um Brasil rural, marcado por desigualdades, mas também por laços de solidariedade. É ali que ela e Tonho se aproximam e passam, juntos, a enfrentar injustiças locais. Assim, a novela costura temas universais, como amor, identidade e coragem, com um pano de fundo histórico pouco explorado na teledramaturgia.

Nova novela das seis reforça elenco forte e autoria consagrada
Além da protagonista, a trama reúne nomes de peso. Lázaro Ramos interpreta Kendall, o grande vilão responsável por arquitetar o golpe contra o rei Caiman (Welket Bungê) e a rainha Niara (Erika Januza). Nicolas Prattes surge como Mirinho, antigo amigo de Tonho que se alia ao vilão e se apaixona por Alika, o que cria um triângulo amoroso cheio de tensão e desperta o ciúme de Amelinha (Theresa Fonseca).
Vale destacar que nova novela das seis marca a segunda protagonista consecutiva de Duda Santos na Globo, após Garota do Momento (2024). O texto é assinado por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., autores de Amor Perfeito (2023), o que reforça a expectativa de uma narrativa sensível, bem construída e próxima do público. Assista o teaser:
Resumo: A Nobreza do Amor estreia como a nova novela das seis da Globo, unindo romance e política nos anos 1920. A trama acompanha a fuga de uma princesa africana para o Brasil e seu encontro com um amor inesperado. Com elenco forte e autoria consagrada, a novela promete emoção, conflitos e reflexões sobre identidade.
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