quinta-feira,4 junho , 2026
Revista Ana Maria
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas
Revista Ana Maria
Sem resultado
Veja todos os resultados

Injusta com Galisteu, série acerta em focar nas conquistas de Senna

Renan Pereira_colunista de AnaMaria Por Renan Pereira_colunista de AnaMaria
02/12/2024 - Atualizado em 03/12/2024
Em Coluna Melhores da TV
Senna_Crédito_Netflix
Share on FacebookShare on TwitterEnviarEnviar
Nasci em março de 1993, então, quando Ayrton Senna faleceu, eu tinha apenas um ano de idade. Mesmo assim, eu e toda a geração de “Millenials” crescemos sob o fantasma de uma figura heroica que sabemos que morreu de forma trágica.

Dessa forma, a nova produção da Netflix, Senna, acerta em conduzir a narrativa com foco na vocação, determinação e ambição do piloto e mostrar um pouco do percurso que ele teve que percorrer até chegar ao estrelato. Era um mundo completamente diferente, um Brasil pós-ditadura e um planeta pós Guerra Fria. Já a Fórmula 1, modalidade que o consagrou, era um esporte considerado europeu e elitizado: vale pensar no episódio que mostra um membro da monarquia de Mônaco entre um dos principais convidados de uma festa privada das equipes.

Por isso, ao conectar o esporte dos colonizadores ao sonho nacional, Senna se tornou uma espécie de príncipe brasileiro.

E, para que este conto de fadas se tornasse completo, faltava apenas uma grande princesa! E é neste quesito que a série derrapa, já que sabemos amplamente que Adriane Galisteu foi o último grande amor da vida do piloto, quando era apenas uma modelo pobre e no início da carreira. O que para muitos não combinava!

Neste sentido, indo contra a realidade e seguindo um imaginário quase feudal, a série reproduz os preconceitos de classe da família de Senna, exclui Galisteu da jogada, cria rivalidade feminina, e, sem grandes surpresas, dá mais tempo de tela para Xuxa, a “rainha” dos baixinhos… A questão aqui é que o desejo sempre costuma falar mais alto!

Ressalto aqui que a exclusão de Galisteu da série, tendo apenas 2 minutos, foi um pedido que partiu da própria família de Ayrton Senna. Uma grande bobagem na verdade, né? Como se ignorar os fatos fosse trazer de volta quem já se foi.

Apesar disso, a série é excelente! Recupera a saga e o brilho de Ayrton Senna que, para muitos como eu, era apenas um herói do passado.

PROPAGANDA
Nasci em março de 1993, então, quando Ayrton Senna faleceu, eu tinha apenas um ano de idade. Mesmo assim, eu e toda a geração de “Millenials” crescemos sob o fantasma de uma figura heroica que sabemos que morreu de forma trágica.

Dessa forma, a nova produção da Netflix, Senna, acerta em conduzir a narrativa com foco na vocação, determinação e ambição do piloto e mostrar um pouco do percurso que ele teve que percorrer até chegar ao estrelato. Era um mundo completamente diferente, um Brasil pós-ditadura e um planeta pós Guerra Fria. Já a Fórmula 1, modalidade que o consagrou, era um esporte considerado europeu e elitizado: vale pensar no episódio que mostra um membro da monarquia de Mônaco entre um dos principais convidados de uma festa privada das equipes.

Por isso, ao conectar o esporte dos colonizadores ao sonho nacional, Senna se tornou uma espécie de príncipe brasileiro.

E, para que este conto de fadas se tornasse completo, faltava apenas uma grande princesa! E é neste quesito que a série derrapa, já que sabemos amplamente que Adriane Galisteu foi o último grande amor da vida do piloto, quando era apenas uma modelo pobre e no início da carreira. O que para muitos não combinava!

Neste sentido, indo contra a realidade e seguindo um imaginário quase feudal, a série reproduz os preconceitos de classe da família de Senna, exclui Galisteu da jogada, cria rivalidade feminina, e, sem grandes surpresas, dá mais tempo de tela para Xuxa, a “rainha” dos baixinhos… A questão aqui é que o desejo sempre costuma falar mais alto!

Ressalto aqui que a exclusão de Galisteu da série, tendo apenas 2 minutos, foi um pedido que partiu da própria família de Ayrton Senna. Uma grande bobagem na verdade, né? Como se ignorar os fatos fosse trazer de volta quem já se foi.

Apesar disso, a série é excelente! Recupera a saga e o brilho de Ayrton Senna que, para muitos como eu, era apenas um herói do passado.

PROPAGANDA
Nasci em março de 1993, então, quando Ayrton Senna faleceu, eu tinha apenas um ano de idade. Mesmo assim, eu e toda a geração de “Millenials” crescemos sob o fantasma de uma figura heroica que sabemos que morreu de forma trágica.

Dessa forma, a nova produção da Netflix, Senna, acerta em conduzir a narrativa com foco na vocação, determinação e ambição do piloto e mostrar um pouco do percurso que ele teve que percorrer até chegar ao estrelato. Era um mundo completamente diferente, um Brasil pós-ditadura e um planeta pós Guerra Fria. Já a Fórmula 1, modalidade que o consagrou, era um esporte considerado europeu e elitizado: vale pensar no episódio que mostra um membro da monarquia de Mônaco entre um dos principais convidados de uma festa privada das equipes.

Por isso, ao conectar o esporte dos colonizadores ao sonho nacional, Senna se tornou uma espécie de príncipe brasileiro.

E, para que este conto de fadas se tornasse completo, faltava apenas uma grande princesa! E é neste quesito que a série derrapa, já que sabemos amplamente que Adriane Galisteu foi o último grande amor da vida do piloto, quando era apenas uma modelo pobre e no início da carreira. O que para muitos não combinava!

Neste sentido, indo contra a realidade e seguindo um imaginário quase feudal, a série reproduz os preconceitos de classe da família de Senna, exclui Galisteu da jogada, cria rivalidade feminina, e, sem grandes surpresas, dá mais tempo de tela para Xuxa, a “rainha” dos baixinhos… A questão aqui é que o desejo sempre costuma falar mais alto!

Ressalto aqui que a exclusão de Galisteu da série, tendo apenas 2 minutos, foi um pedido que partiu da própria família de Ayrton Senna. Uma grande bobagem na verdade, né? Como se ignorar os fatos fosse trazer de volta quem já se foi.

Apesar disso, a série é excelente! Recupera a saga e o brilho de Ayrton Senna que, para muitos como eu, era apenas um herói do passado.

PROPAGANDA
Nasci em março de 1993, então, quando Ayrton Senna faleceu, eu tinha apenas um ano de idade. Mesmo assim, eu e toda a geração de “Millenials” crescemos sob o fantasma de uma figura heroica que sabemos que morreu de forma trágica.

Dessa forma, a nova produção da Netflix, Senna, acerta em conduzir a narrativa com foco na vocação, determinação e ambição do piloto e mostrar um pouco do percurso que ele teve que percorrer até chegar ao estrelato. Era um mundo completamente diferente, um Brasil pós-ditadura e um planeta pós Guerra Fria. Já a Fórmula 1, modalidade que o consagrou, era um esporte considerado europeu e elitizado: vale pensar no episódio que mostra um membro da monarquia de Mônaco entre um dos principais convidados de uma festa privada das equipes.

Por isso, ao conectar o esporte dos colonizadores ao sonho nacional, Senna se tornou uma espécie de príncipe brasileiro.

E, para que este conto de fadas se tornasse completo, faltava apenas uma grande princesa! E é neste quesito que a série derrapa, já que sabemos amplamente que Adriane Galisteu foi o último grande amor da vida do piloto, quando era apenas uma modelo pobre e no início da carreira. O que para muitos não combinava!

Neste sentido, indo contra a realidade e seguindo um imaginário quase feudal, a série reproduz os preconceitos de classe da família de Senna, exclui Galisteu da jogada, cria rivalidade feminina, e, sem grandes surpresas, dá mais tempo de tela para Xuxa, a “rainha” dos baixinhos… A questão aqui é que o desejo sempre costuma falar mais alto!

Ressalto aqui que a exclusão de Galisteu da série, tendo apenas 2 minutos, foi um pedido que partiu da própria família de Ayrton Senna. Uma grande bobagem na verdade, né? Como se ignorar os fatos fosse trazer de volta quem já se foi.

Apesar disso, a série é excelente! Recupera a saga e o brilho de Ayrton Senna que, para muitos como eu, era apenas um herói do passado.

PROPAGANDA
Nasci em março de 1993, então, quando Ayrton Senna faleceu, eu tinha apenas um ano de idade. Mesmo assim, eu e toda a geração de “Millenials” crescemos sob o fantasma de uma figura heroica que sabemos que morreu de forma trágica.

Dessa forma, a nova produção da Netflix, Senna, acerta em conduzir a narrativa com foco na vocação, determinação e ambição do piloto e mostrar um pouco do percurso que ele teve que percorrer até chegar ao estrelato. Era um mundo completamente diferente, um Brasil pós-ditadura e um planeta pós Guerra Fria. Já a Fórmula 1, modalidade que o consagrou, era um esporte considerado europeu e elitizado: vale pensar no episódio que mostra um membro da monarquia de Mônaco entre um dos principais convidados de uma festa privada das equipes.

Por isso, ao conectar o esporte dos colonizadores ao sonho nacional, Senna se tornou uma espécie de príncipe brasileiro.

E, para que este conto de fadas se tornasse completo, faltava apenas uma grande princesa! E é neste quesito que a série derrapa, já que sabemos amplamente que Adriane Galisteu foi o último grande amor da vida do piloto, quando era apenas uma modelo pobre e no início da carreira. O que para muitos não combinava!

Neste sentido, indo contra a realidade e seguindo um imaginário quase feudal, a série reproduz os preconceitos de classe da família de Senna, exclui Galisteu da jogada, cria rivalidade feminina, e, sem grandes surpresas, dá mais tempo de tela para Xuxa, a “rainha” dos baixinhos… A questão aqui é que o desejo sempre costuma falar mais alto!

Ressalto aqui que a exclusão de Galisteu da série, tendo apenas 2 minutos, foi um pedido que partiu da própria família de Ayrton Senna. Uma grande bobagem na verdade, né? Como se ignorar os fatos fosse trazer de volta quem já se foi.

Apesar disso, a série é excelente! Recupera a saga e o brilho de Ayrton Senna que, para muitos como eu, era apenas um herói do passado.

PROPAGANDA
Nasci em março de 1993, então, quando Ayrton Senna faleceu, eu tinha apenas um ano de idade. Mesmo assim, eu e toda a geração de “Millenials” crescemos sob o fantasma de uma figura heroica que sabemos que morreu de forma trágica.

Dessa forma, a nova produção da Netflix, Senna, acerta em conduzir a narrativa com foco na vocação, determinação e ambição do piloto e mostrar um pouco do percurso que ele teve que percorrer até chegar ao estrelato. Era um mundo completamente diferente, um Brasil pós-ditadura e um planeta pós Guerra Fria. Já a Fórmula 1, modalidade que o consagrou, era um esporte considerado europeu e elitizado: vale pensar no episódio que mostra um membro da monarquia de Mônaco entre um dos principais convidados de uma festa privada das equipes.

Por isso, ao conectar o esporte dos colonizadores ao sonho nacional, Senna se tornou uma espécie de príncipe brasileiro.

E, para que este conto de fadas se tornasse completo, faltava apenas uma grande princesa! E é neste quesito que a série derrapa, já que sabemos amplamente que Adriane Galisteu foi o último grande amor da vida do piloto, quando era apenas uma modelo pobre e no início da carreira. O que para muitos não combinava!

Neste sentido, indo contra a realidade e seguindo um imaginário quase feudal, a série reproduz os preconceitos de classe da família de Senna, exclui Galisteu da jogada, cria rivalidade feminina, e, sem grandes surpresas, dá mais tempo de tela para Xuxa, a “rainha” dos baixinhos… A questão aqui é que o desejo sempre costuma falar mais alto!

Ressalto aqui que a exclusão de Galisteu da série, tendo apenas 2 minutos, foi um pedido que partiu da própria família de Ayrton Senna. Uma grande bobagem na verdade, né? Como se ignorar os fatos fosse trazer de volta quem já se foi.

Apesar disso, a série é excelente! Recupera a saga e o brilho de Ayrton Senna que, para muitos como eu, era apenas um herói do passado.

PROPAGANDA
Nasci em março de 1993, então, quando Ayrton Senna faleceu, eu tinha apenas um ano de idade. Mesmo assim, eu e toda a geração de “Millenials” crescemos sob o fantasma de uma figura heroica que sabemos que morreu de forma trágica.

Dessa forma, a nova produção da Netflix, Senna, acerta em conduzir a narrativa com foco na vocação, determinação e ambição do piloto e mostrar um pouco do percurso que ele teve que percorrer até chegar ao estrelato. Era um mundo completamente diferente, um Brasil pós-ditadura e um planeta pós Guerra Fria. Já a Fórmula 1, modalidade que o consagrou, era um esporte considerado europeu e elitizado: vale pensar no episódio que mostra um membro da monarquia de Mônaco entre um dos principais convidados de uma festa privada das equipes.

Por isso, ao conectar o esporte dos colonizadores ao sonho nacional, Senna se tornou uma espécie de príncipe brasileiro.

E, para que este conto de fadas se tornasse completo, faltava apenas uma grande princesa! E é neste quesito que a série derrapa, já que sabemos amplamente que Adriane Galisteu foi o último grande amor da vida do piloto, quando era apenas uma modelo pobre e no início da carreira. O que para muitos não combinava!

Neste sentido, indo contra a realidade e seguindo um imaginário quase feudal, a série reproduz os preconceitos de classe da família de Senna, exclui Galisteu da jogada, cria rivalidade feminina, e, sem grandes surpresas, dá mais tempo de tela para Xuxa, a “rainha” dos baixinhos… A questão aqui é que o desejo sempre costuma falar mais alto!

Ressalto aqui que a exclusão de Galisteu da série, tendo apenas 2 minutos, foi um pedido que partiu da própria família de Ayrton Senna. Uma grande bobagem na verdade, né? Como se ignorar os fatos fosse trazer de volta quem já se foi.

Apesar disso, a série é excelente! Recupera a saga e o brilho de Ayrton Senna que, para muitos como eu, era apenas um herói do passado.

PROPAGANDA
Nasci em março de 1993, então, quando Ayrton Senna faleceu, eu tinha apenas um ano de idade. Mesmo assim, eu e toda a geração de “Millenials” crescemos sob o fantasma de uma figura heroica que sabemos que morreu de forma trágica.

Dessa forma, a nova produção da Netflix, Senna, acerta em conduzir a narrativa com foco na vocação, determinação e ambição do piloto e mostrar um pouco do percurso que ele teve que percorrer até chegar ao estrelato. Era um mundo completamente diferente, um Brasil pós-ditadura e um planeta pós Guerra Fria. Já a Fórmula 1, modalidade que o consagrou, era um esporte considerado europeu e elitizado: vale pensar no episódio que mostra um membro da monarquia de Mônaco entre um dos principais convidados de uma festa privada das equipes.

Por isso, ao conectar o esporte dos colonizadores ao sonho nacional, Senna se tornou uma espécie de príncipe brasileiro.

E, para que este conto de fadas se tornasse completo, faltava apenas uma grande princesa! E é neste quesito que a série derrapa, já que sabemos amplamente que Adriane Galisteu foi o último grande amor da vida do piloto, quando era apenas uma modelo pobre e no início da carreira. O que para muitos não combinava!

Neste sentido, indo contra a realidade e seguindo um imaginário quase feudal, a série reproduz os preconceitos de classe da família de Senna, exclui Galisteu da jogada, cria rivalidade feminina, e, sem grandes surpresas, dá mais tempo de tela para Xuxa, a “rainha” dos baixinhos… A questão aqui é que o desejo sempre costuma falar mais alto!

Ressalto aqui que a exclusão de Galisteu da série, tendo apenas 2 minutos, foi um pedido que partiu da própria família de Ayrton Senna. Uma grande bobagem na verdade, né? Como se ignorar os fatos fosse trazer de volta quem já se foi.

Apesar disso, a série é excelente! Recupera a saga e o brilho de Ayrton Senna que, para muitos como eu, era apenas um herói do passado.

Renan Pereira_colunista de AnaMaria

Renan Pereira_colunista de AnaMaria

Renan Pereira possui bacharelado e licenciatura em linguagem pela UNESP, MBA em Marketing Estratégico Digital e trabalha com jornalismo desde 2019. Atualmente, estuda áudio e vídeo na ETEC Jornalista Roberto Marinho, em São Paulo. Fã de cultura e música pop, acredita no poder da TV aberta para melhorar a vida das pessoas! Em AnaMaria, opina sobre atualidades e bastidores da televisão brasileira.

CompartilharTweetEnviarCompartilhar

GRUPO PERFIL – Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, Estados Unidos, Portugal e Índia

AnaMaria |  AnaMaria Receitas | Aventuras na História | CARAS | CineBuzz | Contigo | Máxima | Perfil Brasil | Recreio | SportBuzz | RSVP

Rede de sites parceiros:

Bons Fluidos | Holywood Forever TV  | Mais Novela | Manequim | Rolling Stone Brasil | Viva Saúde | FFW

PERFIL Brasil Av. Eusébio Matoso, 1.375 10º andar – CEP: 05423-905 | São Paulo, SP

Anuncie no Grupo Perfil +55 (11) 2197-2000 ou [email protected]

Clique aqui e conheça nosso Mídia Kit

Política de privacidade

Categorias

  • AnaMaria Testa
  • Astrologia
  • Atualidades
  • Beleza
  • Bem-estar e Saúde
  • Carreira
  • Casa
  • Comportamento
  • Dieta e Emagrecimento
  • Dinheiro
  • Diversos
  • DIY
  • Educação
  • Famosos
  • Maternidade
  • Moda
  • Programação da TV
  • Relacionamento
  • Tecnologia

Direitos Autorais Grupo Perfil. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Perfil.com Ltda.

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Astrologia
  • Bem-estar
  • Beleza
  • na TV
  • Comportamento
  • Carreira
  • Dinheiro
  • Últimas Notícias
  • Receitas
  • Colunas