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Amamentação:arma poderosa

Patricia Gebara Por Patricia Gebara
02/11/2015
Em Bem-estar e Saúde
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Não tem argumento que derrube a importância do aleitamento materno. Além de todos os benefícios para o desenvolvimento da criança (como o fortalecimento da imunidade e o vínculo com a mãe), a prática ajuda a prevenir o câncer de mama. “Ao amamentar, a mama cumpre a sua função e protege a mulher”, diz Laura Testa, oncologista do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).

Vantagens que não acabam mais! 
1) Quando a glândula mamária produz o leite, a mama fica menos densa e com mais tecido em volta. Isso evita a doença. 
“E mais: esse tipo de tumor está relacionado a vários hormônios, principalmente ao estrogênio e à progesterona. Durante o aleitamento, ocorre menor exposição do tecido mamário a eles, diminuindo os riscos”, afirma Décio Lerner, chefe da Oncologia 
do Hospital São Vicente de Paulo, no Rio de Janeiro.
2) “Quanto mais tempo der de mamar, menores as chances de ter câncer de mama”, diz Luciano Borges Santiago, presidente do departamento científico de aleitamento materno da Sociedade Brasileira de Pediatria. O ideal é amamentar por cerca de dois anos – vale o tempo que você deu de mamar a todos os seus filhos!
3) Além de reduzir o risco de câncer de mama, o aleitamento protege contra alguns tipos de tumores no ovário, diabetes, infarto, depressão pós-parto e anemia. 
4) O leite materno é o melhor alimento para o bebê, pois possui todos os nutrientes de que ele precisa, além de protegê-lo contra infecções e alergias. Mas não é tão simples assim. Muitas mulheres não conseguem produzir leite, o que causa frustração. 
Com acompanhamento médico e muita paciência, na maioria dos casos é possível  reverter a situação. 
5) Não há estudos que comprovem que o leite materno diminui as chances de a criança ter câncer no futuro. Mas em bebês que foram amamentados é bem menor a ocorrência de obesidade. A doença é um fator de risco importante. 
Na gravidez 
A maioria das mulheres que tem câncer nessa época não amamenta. A doença é tratada durante a gravidez e depois do parto também, então o leite fica comprometido.
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Tags: bem estar e saúde
Patricia Gebara

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